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Herdeira de milionário quer vender coleção de cartas Pokémon avaliada em até R$ 600 milhões

Herdeira de milionário quer vender coleção de cartas Pokémon avaliada em até R$ 600 milhões

Uma coleção avaliada entre 50 milhões e 90 milhões de libras, ou pouco mais de R$ 600 milhões, está chamando a atenção no universo dos cards colecionáveis e provocando debates entre especialistas e fãs de Pokémon ao redor do mundo.

A responsável pela coleção é Jolina Gisèle, uma jovem suíça de 20 anos, filha de um milionário do setor de tecnologia, que afirma possuir o maior e mais valioso acervo de cartas Pokémon já reunido.


Segundo o site britânico The Times, a coleção contaria com mais de 60 mil cartas raras, incluindo exemplares extremamente difíceis de encontrar, como versões Pikachu Illustrator, a mais valiosa do mundo, Charizards Holográfico (Shadowless), além de cartas promocionais históricas e itens lacrados.

Parte do acervo já foi autenticada e avaliada pela Professional Sports Authenticator (PSA), principal empresa de certificação do mercado de cards colecionáveis.





A coleção começou a ser montada em 2013, quando Jolina ainda era criança. De acordo com o pai da jovem, tudo nasceu como uma atividade compartilhada entre os dois. O hobby evoluiu rapidamente para uma busca obsessiva pelas cartas mais raras e valiosas do mundo.




O acervo teria sido mantido em sigilo durante anos e atualmente está armazenado em um cofre de alta segurança em local não divulgado. O esquema de proteção teria ainda sido reforçado devido ao aumento dos roubos envolvendo cartas Pokémon raras e coleções milionárias ao redor do mundo.


Apesar da grandiosidade, a coleção também despertou desconfiança entre parte da comunidade de colecionadores. Nas redes sociais e em fóruns especializados, usuários questionaram o nível de sigilo em torno da família, a ausência de verificações públicas completas e o estilo altamente cinematográfico usado na divulgação do acervo.

No site em que fala do acervo e nas redes sociais, Jolina publica ensaios fotográficos ao lado de um outro modelo, rodeada pelas cartas, além de expor produções em que aparece em uma mesa de poker e atravessando lasers de segurança, como se estivesse em um cassino e dentro de um museu.



Ainda assim, há especialistas do setor garantem que a coleção é real, também de acordo com o The Times. O negociador profissional Thomas Kovacs, que divulga o acervo para Jolina, afirmou que o conjunto de cartas é algo praticamente impossível de reproduzir novamente devido à raridade e ao estado de conservação das peças.


Segundo o site também britânico The Sun, a família agora considera vender todo o acervo de uma só vez, preferencialmente para um comprador disposto a preservar a coleção intacta, possivelmente até transformando-a em um museu. Segundo os proprietários, algumas ofertas já foram recebidas, mas não existe pressa para concluir um acordo.

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