O radar corporativo desta quinta-feira (14) traz os resultados do Banco do Brasil (BBAS3), Braskem (BRKM5), Casas Bahia (BHIA3), CSN (CSNA3), CSN Mineração (CMIN3) e mais empresas.
Já a B3 (B3SA3) registra alta de 29,2% no volume negociado em abril.
A Movida (MOVI3), por sua vez, captou US$ 350 milhões em títulos de dívida no mercado internacional.
Confira mais destaques:
O volume financeiro médio negociado na B3 (B3SA3) no segmento de ações subiu 29,2% em abril de 2026 na comparação com o registrado em igual período de 2025, ficando em R$ 37,165 bilhões. Em relação a março, houve recuo de 0,4%.
Banco do Brasil (BBAS3)
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou seus resultados trimestrais nesta quarta-feira (13) e, com ele, encerrou temporada de resultados dos grandes bancos do primeiro trimestre de 2026. O balanço trouxe lucro líquido ajustado deR$ 3,4 bilhõesno 1º trimestre, com queda de 53,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
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A linha ficou dentro do esperado na projeção de analistas ouvidos pela plataforma de dados LSEG, de lucro de R$3,495 bilhões.
O Banco do Brasil reduziu sua projeção de lucro para 2026, agora estimada entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões.
A CSN (CSNA3) anunciou nesta quarta-feira que teve prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre, ante prejuízo de R$ 732 milhões registrado no mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado pelo grupo industrial.
A companhia apurou um resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado de R$ 2,6 bilhões, avanço de 5,5% na base anual.
CSN Mineração (CMIN3)
A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 222 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 357 milhões registrado no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda Ajustado somou R$ 1,420 bilhão entre janeiro e março, leve recuo de 0,5% na comparação anual.
A receita líquida totalizou R$ 3,165 bilhões, queda de 7,2% ante os três primeiros meses de 2025. A companhia registrou vendas de 9,636 milhões de toneladas de ferro, praticamente estável com as 9,640 milhões anotadas no mesmo período do ano passado.
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No campo de endividamento, a CSN Mineração contabilizou dívida líquida de R$ 683 milhões no primeiro trimestre, redução de 5,8% ante o quarto trimestre de 2025. A alavancagem medida por Dívida Líquida/Ebitda permaneceu estável em 0,11 vez em ambos os períodos.
A Braskem (BRKM5), maior grupo petroquímico da América Latina, teve lucro líquido de R$ 1,45 bilhão no primeiro trimestre, mais do que duplicando o resultado positivo de R$ 698 milhões obtido no mesmo período do ano passado.
Casas Bahia (BHIA3)
A Casas Bahia teve prejuízo líquido de R$1,06 bilhão no primeiro trimestre, pressionado pelo resultado financeiro, mas o desempenho operacional mostrou evolução.
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‘Nosso ‘approach’ (estratégia) para o ano é ser mais conservador na concessão de crédito, na tomada de risco, nas compras com fornecedores’, afirmou o presidente-executivo da companhia, Renato Franklin, citando o ambiente macroeconômico desafiador.
Bradespar (BRAP4)
A Bradespar (BRAP4) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 553,5 milhões, o que representa alta de 73,9% em relação aos R$ 318,3 milhões apurado no mesmo intervalo de 2025.
Americanas (AMER3)
A Americanas reduziu o prejuízo líquido em 34% no primeiro trimestre, para R$ 329 milhões.
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Ser Educacional (SEER3)
A Ser Educacional registrou lucro líquido ajustado de R$ 81 milhões no primeiro trimestre, alta de 58% em relação ao ano anterior.
Multilaser (MLAS3)
A Multilaser quase dobrou o lucro líquido no primeiro trimestre, para R$ 123 milhões.
Qualicorp (QUAL3)
A Qualicorp reportou lucro líquido ajustado de R$ 19,2 milhões no primeiro trimestre, avanço anual de 87%.
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A Compass registrou queda de 9% no lucro líquido do primeiro trimestre, para R$ 382,25 milhões, no primeiro balanço após o IPO.
A Eneva encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 522,7 milhões.
A CVC reverteu lucro e registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 63,1 milhões no primeiro trimestre.
SLC Agrícola (SLCE3)
A SLC Agrícola registrou queda de 54% no lucro líquido do primeiro trimestre, para R$ 236 milhões.
Positivo Tecnologia (POSI3)
A Positivo Tecnologia reportou prejuízo líquido de R$ 12,3 milhões no primeiro trimestre.
Equatorial (EQTL3)
O Grupo Equatorial teve lucro líquido ajustado de R$359 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma queda de 23,6% na comparação com o desempenho observado um ano antes, de acordo com balanço divulgado nesta quarta-feira.
O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado foi de R$2,9 bilhões, avanço de 11,3% sobre os três primeiros meses do ano anterior.
A T4F (SHOW3) reduziu o prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2026 para R$4,0 milhões ante os R$11,9 milhões no mesmo período de 2025.
Boa Safra (SOJA3)
A Boa Safra registrou lucro líquido de R$ 27,4 milhões no primeiro trimestre, enquanto o resultado operacional apresentou queda de 36% na comparação anual.
A Viveo informou que convocou Assembleias Gerais de Debenturistas das 4ª, 5ª e 6ª emissões de debêntures da companhia em meio às tratativas para repactuação de suas dívidas financeiras. As assembleias, marcadas para 8 de junho de 2026, irão deliberar sobre alterações em termos e condições das debêntures, incluindo mudanças no cronograma de amortização e vencimento dos papéis.
Segundo a companhia, a iniciativa faz parte das negociações em andamento para reorganizar o perfil de endividamento e ajustar compromissos financeiros.
A Movida anunciou a precificação de uma emissão de US$ 350 milhões em títulos de dívida no mercado internacional, por meio da subsidiária Movida Europe, sediada em Luxemburgo. Os papéis terão remuneração de 9,7% ao ano e vencimento em outubro de 2033.
