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Antes da apreensão de maconha, filho de Cid Moreira acumulou polêmicas; entenda

Antes da apreensão de maconha, filho de Cid Moreira acumulou polêmicas; entenda

A prisão de Rodrigo Radenzév Simões Moreira, filho do apresentador Cid Moreira, que morreu em 2024 em decorrência de falência múltipla de órgãos, no final do ano passado, trouxe à tona um histórico de controvérsias que já se arrasta há anos.

Este episódio mais recente teve início após uma denúncia feita pela ex-companheira, que o acusou de agressão com o uso de uma arma de fogo. O caso foi registrado como violência doméstica, e a mulher solicitou medidas protetivas.


Agora, Rodrigo passará a ficar em regime aberto, conforme decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ao todo, a pena que se considerava era de dois anos e seis meses de reclusão e um ano de detenção, em regime inicial aberto. O comerciante também terá que pagar uma multa.


A trajetória do filho do jornalista, no entanto, já era marcada por embates familiares e disputas judiciais. Em meados dos anos 2000, ele chegou a acionar o pai, Cid, na Justiça por abandono afetivo, alegando ausência de convivência após a separação dos pais. O processo não teve decisão favorável.




Anos depois, novas tensões vieram à tona, dessa vez envolvendo o patrimônio do apresentador e sua relação com a esposa, Fátima Sampaio. Rodrigo e o irmão, Roger, chegaram a pedir a interdição do pai, sob a alegação de irregularidades na administração dos bens. As acusações foram contestadas, e o caso acabou arquivado. Até a morte de Cid Moreira, em 2024, a relação com os filhos seguia rompida, sem que houvesse reconciliação.


Tijolos de maconha

A partir do registro da ex-mulher, policiais civis se dirigiram até uma chácara em São Pedro, no interior paulista, onde o homem foi localizado. Durante a apuração, surgiram informações de que ele já vinha sendo citado em denúncias anônimas relacionadas a possível envolvimento com drogas. Na ação, os agentes encontraram entorpecentes e armamentos. Entre os itens apreendidos estavam tijolos de maconha, uma arma calibre .38 sem registro, simulacros de pistola, uma espingarda de pressão e dinheiro em espécie. Também foi localizado um pé de maconha na propriedade.


Em depoimento, Rodrigo afirmou que a droga era destinada ao próprio consumo. Mas a quantidade apreendida, somada à posse irregular de arma e às denúncias anteriores, resultou na prisão em flagrante.

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