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Viagens corporativas somam R$ 93 bi e devem crescer com uso de tecnologia e IA em 2026, aponta Alagev – M&E

Viagens corporativas somam R$ 93 bi e devem crescer com uso de tecnologia e IA em 2026, aponta Alagev – M&E

Luana Nogueira, da Alagev

GRAMADO – O setor de viagens corporativas movimentou R$ 93 bilhões nos oito primeiros meses de 2025, alta de 7% em relação ao ano anterior, segundo o Levantamento de Viagens Corporativas (LVC) da Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev). Os dados, divulgados durante o Festuris, que ocorre no Serra Park nos dias 7 e 8, apontam para um mercado em transformação, com crescimento impulsionado por tecnologia, análise de dados e novas estratégias de gestão.

De acordo com a diretora-executiva da Alagev, Luana Nogueira, o estudo revela que as empresas estão viajando de forma mais estratégica, priorizando deslocamentos com impacto direto nos negócios. “Mesmo com o aumento das tarifas de hospedagem e passagens, a demanda se manteve aquecida, o que mostra uma visão mais madura das viagens corporativas como investimento, não despesa”, afirmou.

O levantamento também indica que, em 2026, a tecnologia e a inteligência artificial devem ter papel central na gestão de viagens e eventos. Nogueira destacou que o uso de dados preditivos e plataformas integradas já começa a transformar a experiência do viajante. “Nosso foco é transformar tendências em resultados concretos. As ferramentas de IA podem, por exemplo, personalizar a jornada do viajante, prever riscos e otimizar custos”, disse.

A executiva participa no dia 8, às 13h30, do painel “Inovação em viagens e eventos corporativos: um olhar que vai além da tecnologia”, no Palco Tour House Business & Innovation do Festuris. O debate faz parte da atuação das comunidades de tecnologia da Alagev — CTIE e CTIV —, que reúnem profissionais para discutir automação de processos, análise de dados e soluções colaborativas em eventos e viagens.

Sobre as perspectivas regionais, Nogueira ressaltou que o fortalecimento do mercado no Sul é estratégico para o setor. “A descentralização dos grandes eventos do eixo Rio–São Paulo estimula a economia local e amplia a diversidade de experiências no mercado corporativo”, disse. Segundo ela, o potencial da região está na infraestrutura hoteleira, na cultura de hospitalidade e na capacidade de gerar polos de inovação.

A diretora afirmou ainda que a Alagev pretende ampliar parcerias com associações regionais e investir em capacitação de profissionais locais. “É uma forma de atender às novas exigências do mercado e fortalecer o ecossistema de viagens e eventos corporativos no país”, concluiu.

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