O show do intervalo começou com a tradicional agilidade da NFL para a montagem de palcos com barreiras.
Logo as luzes se apagaram, e Pe-Dro Sam-pai-ô, com dezenas de dançarinos de branco, começou sua “Sequência feiticeira”, seguida pela “Sequência cunt”, com ótima recepção do público.
O problema é que o som, assim como o dos locutores e juízes, durante o jogo, não tinha potência para um Maracanã cheio (de cariocas e brasileiros, em sua maioria).
Ainda assim, Pedro protagonizou um bom momento em “Jetski”, ao dançar com as cheerleaders dos Dallas Cowboys, possivelmente as mais badaladas do futebol americano.
Ricky Martin surgiu ao som de “Livin’ la vida loca”, mas pouco se conseguiu ouvi-lo (em volume e tempo) para que se percebesse seu inesgotável carisma.
Nota para a próxima experiência NFL: som para 80 mil cariocas barulhentos. Mas valeu a bagunça.
