O presidente Donald Trump afirmou na noite deste sábado (25) que o suspeito envolvido nos disparos durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca foi detido, elogiando o Serviço Secreto e as forças policiais pela sua atuação.
“Uma noite e tanto em Washington, D.C. O Serviço Secreto e as forças policiais fizeram um trabalho fantástico. Agiram com rapidez e coragem”, publicou Trump no Truth Social. “O atirador foi detido e eu recomendei que ‘DEIXEMOS O SHOW CONTINUAR’, mas seguiremos inteiramente as orientações das autoridades policiais”, acrescentou.
O Serviço Secreto dos EUA está investigando o tiroteio. “O presidente e a primeira-dama estão em segurança, assim como todas as pessoas protegidas”, disse Anthony Guglielmi, chefe de comunicações do Serviço Secreto, em um comunicado. Segundo o documento, uma pessoa está sob custódia.

Cinco tiros, confusão e correria
Pelo menos cinco tiros foram ouvidos no evento realizado no hotel Washington Hilton, em que centenas de pessoas estavam reunidas nesta noite.
Os tiros ecoaram no salão de baile enquanto os participantes jantavam o primeiro prato, minutos depois do discurso da presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, Weija Jiang. Pessoas foram para debaixo da mesa e outras saíram correndo após os disparos.
Trump, que estava sentado na frente do salão de baile ao lado da primeira-dama Melania Trump, foi rapidamente cercado por seguranças, enquanto muitos convidados se abaixavam debaixo das mesas.
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A presença de Trump no jantar é incomum. Historicamente, os presidentes dos EUA comparecem ao evento, mas Trump tem faltado à maioria dos jantares desde sua vitória nas eleições presidenciais de 2016, segundo a Bloomberg.
O jantar é um evento beneficente cuja renda é parcialmente destinada a bolsas de estudo para estudantes de jornalismo. Mas o evento também atrai celebridades que se misturam com políticos e membros da imprensa.
O evento será adiado e reagendado em até 30 dias, segundo a organização do jantar.
