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Economia

Focus, tensão no Oriente Médio, discurso de Largade e mais destaques desta segunda

Focus, tensão no Oriente Médio, discurso de Largade e mais destaques desta segunda

Com a semana mais curta, a sessão desta segunda-feira (20) abre a semana com poucos indicadores em destaque, enquanto o foco se mantém sobre o conflito no Oriente Médio. Hoje pela manhã, teremos apenas o lançamento de mais um relatório Focus, que vem mostrando aumento nas expectativas de alta.

Para o Bradesco, esse crescimento é um reflexo dos impactos altistas dos preços do petróleo e dos resultados efetivos do primeiro trimestre mais pressionados.

No exterior, os pré-mercados de Nova York e as principais bolsas europeias operam em queda, enquanto o petróleo avança, em reação à deterioração do cenário geopolítico no Oriente Médio após um fim de semana turbulento que frustrou as expectativas de progresso nas negociações de paz antes do prazo do cessar-fogo.

No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Marinha americana alvejou e apreendeu um navio cargueiro de bandeira iraniana no Golfo de Omã, elevando a percepção de risco entre investidores.

Ao final da semana passada, o Ibovespa fechou com perdas, contrariando boa parte do ânimo do mercado global em meio à reabertura de estreito de Ormuz pelo Irã. O benchmark da Bolsa fechou em queda de 0,55%, a 195.734 pontos. Mas o movimento tem uma explicação. Já as negociações desta segunda-feira tendem a ser de baixa liquidez por ser véspera de feriado de Tiradentes.

Agenda

Na Alemanha, o presidente Lula participa às 9h35 (horário de Brasília) de uma declaração conjunta à imprensa no Palácio de Herrenhausen. Em seguida, às 11h40 (horário de Brasília), realiza visita às instalações da fábrica da Volkswagen.

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Brasil

08:25 — Relatório Focus
Período: Semanal

15:00 – Balança comercial

Período: Semanal

Alemanha

13h40 – Christine Lagarde, presidente do BCE, discursa

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INTERNACIONAL

EUA apreendem navio

O presidente Donald Trump afirmou que a Marinha dos Estados Unidos disparou contra e apreendeu um navio de carga com bandeira iraniana no Golfo de Omã, após a embarcação ignorar avisos para parar ao deixar o Estreito de Ormuz. Trata-se do primeiro grande confronto desde o início do bloqueio, há uma semana.

Sem negociação

O ⁠Irã rejeitou novas negociações com os Estados Unidos, ‌informou sua agência estatal de notícias neste domingo, horas depois que o presidente norte-americano, Donald ‌Trump, disse que estava mandando enviados para conversas no Paquistão e que lançaria novos ataques contra o Irã se o país não aceitasse os termos.

Estreito de Ormuz

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse nesta sexta-feira que o Estreito de Ormuz estava aberto após um acordo de cessar-fogo no Líbano, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que negociações poderiam ocorrer no fim de semana e que acreditava que um acordo para acabar com a guerra do Irã viria “em breve”.

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Araqchi disse em um post no X que o estreito estava aberto para todas as embarcações comerciais durante o restante da trégua de 10 dias mediada pelos EUA, que foi acordada na quinta-feira entre Israel e o Líbano para interromper os combates entre as forças israelenses e o Hezbollah, apoiado pelo Irã.

Peru

Os pedidos pela demissão do chefe da autoridade eleitoral do Peru se intensificaram nesta sexta-feira, enquanto atrasos e supostas irregularidades obscurecem a contagem dos votos presidenciais, e paira sem a definição o nome do desafiante que enfrentará a líder conservadora Keiko Fujimori em um segundo turno em junho.

A pressão sobre o chefe do Escritório Nacional de Processos Eleitorais do Peru, Piero Corvetto, aumentou, em meio a reclamações sobre erros e problemas logísticos durante a eleição de 12 de abril e uma contagem lenta, que abalou a confiança dos investidores e alimentou a incerteza.

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BRASIL

Exportação de petróleo

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) suspendeu uma liminar que impedia a cobrança de imposto de exportação sobre o petróleo para algumas das principais petroleiras estrangeiras que atuam no Brasil, informou o órgão nesta sexta-feira.

A taxa, com alíquota de 12%, foi determinada por medida provisória pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como parte de um pacote de medidas que visa atenuar os impactos de uma disparada de preços internacionais de petróleo e de combustíveis para os consumidores brasileiros devido à guerra no Oriente Médio.

Diesel

A Petrobras voltou a não atender os pedidos totais de diesel de grandes distribuidoras, dessa vez para entregas previstas para maio, enquanto a petroleira busca evitar importar o combustível em meio a altos preços do mercado internacional, afirmaram duas fontes com conhecimento do assunto.

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A negativa gira em torno de 10% do volume demandado pelas distribuidoras, disseram duas fontes de empresas diferentes, sob condição de anonimato.

(Com Agência Brasil, Reuters, O Globo e Estadão Conteúdo)



Fonte

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