Britânico que viajou em cruzeiro esteve em Tristão da Cunha após surto da doença (Magnific)

Um novo caso suspeito de hantavírus passou a ser investigado em Tristão da Cunha, considerada a ilha habitada mais remota do mundo. Segundo autoridades de saúde do Reino Unido, o paciente é um britânico de 32 anos que esteve a bordo do MV Hondius.

O homem desembarcou na ilha durante uma parada do cruzeiro realizada entre os dias 13 e 15 de abril. A informação foi divulgada pela Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido.

Localizada no Atlântico Sul, Tristão da Cunha abriga cerca de 200 moradores e fica a mais de 2,4 mil quilômetros de Santa Helena, o território habitado mais próximo. O acesso à ilha depende exclusivamente de viagens marítimas, que podem durar até seis dias.

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Passageiros participaram de passeios na ilha e autoridades avaliam caso

Durante a escala do navio, passageiros participaram de atividades turísticas, incluindo passeios ecológicos, visitas ao comércio local e ao pub da comunidade, segundo registros divulgados online.

Autoridades acompanham o caso para avaliar possíveis riscos de transmissão e monitorar eventuais sintomas entre moradores e turistas que tiveram contato com o passageiro.

O hantavírus é transmitido principalmente pelo contato com urina, saliva ou fezes de roedores infectados. Dependendo da variante, a doença pode causar sintomas respiratórios graves.