Os olhos de milhões de pessoas pelo mundo estavam voltados para Bad Bunny durante o Super Bowl deste domingo (8). O intervalo do evento, realizado no Levi’s Stadium em Santa Clara, Califórnia (EUA), teve audiência estimada em mais de 100 milhões de pessoas interessadas em acompanhar o porto-riquenho com seu sucesso no Grammy Awards e seu contundente protesto contra o governo Trump.
A performance contou com participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin.
ISSO É HISTÓRICO! Lady Gaga dançando com Bad Bunny no show histórico do cantor no SuperBowl. pic.twitter.com/PXSCsr4GI6
— POPTime (@poptime) February 9, 2026
A apresentação de Bad Bunny começou com o artista cantando “Yo Perreo Sola”. A setlist também contou com as canções “EEO”, “Monaco”, “BAILE INoLVIDABLE”, “NUEVAYol”, “El Apagón” e o sucesso “Debí Tirar Más Fotos”, escolhida como música de encerramento.
Antes de cantar a última música, aliás, Bad Bunny citou quase todos os países da América. O cantor, aliás, mandou um recado indireto ao presidente dos Estados Unidos ao dizer que “somos todos americanos e seguimos aqui!”.
Bad Bunny envia recado a Trump em apresentação no SuperBowl: “Somos todos americanos e seguimos aqui!”
GIGANTE!
— Mais Brasil (@maisbrasil) February 9, 2026
Bad Bunny no Super Bowl
Bad Bunny, nome artístico de Benito Antonio Martínez Ocasio, tornou-se o primeiro artista latino e de língua espanhola a liderar sozinho o show do intervalo do Super Bowl, trazendo sua música e identidade cultural à maior vitrine do entretenimento global.
Em entrevistas prévias, o artista falou que sua apresentação seria “uma grande festa” e que ele queria trazer sua cultura ao palco, celebrando a música e a alegria com o público — mesmo sem dar muitos detalhes antecipados.
A escolha de Bad Bunny foi vista não apenas como um espetáculo musical, mas também como um símbolo de representatividade para a comunidade latina e artística de língua espanhola.

