ATR fecha 2025 com US$ 1,2 bilhão em receita, 60 pedidos brutos, 32 entregas e backlog acima de 160 aeronaves
A ATR divulgou nesta quinta-feira (19), os resultados financeiros de 2025, reportando receita de US$ 1,2 bilhão (R$ 6,27 bilhões), com sessenta pedidos brutos (cinquenta líquidos), e 32 aeronaves entregues, em um cenário de forte demanda por turboélices regionais e restrições na cadeia de suprimentos.
A carteira de encomendas superou 160 unidades ao final do período. Entre os principais contratos estão compromissos de dois dígitos com a Air Algérie, para dezesseis unidades do ATR 72-600, e com a UNI Air, para dezenove aeronaves do mesmo modelo.
O desempenho comercial também incluiu a entrada de dezenove novos operadores em todos os continentes, ampliando a base global de clientes.
O ambiente de leasing apresentou dinamismo ao longo do ano, com mais de dez aeronaves novas arrendadas a companhias aéreas a partir de carteiras de arrendadores, incluindo uma operação considerada estratégica dentro do grupo da Ethiopian Airlines.
O mercado de aeronaves seminovas também manteve atividade elevada, com mais de noventa transações registradas em 2025. As receitas de suporte ao cliente e serviços totalizaram US$ 538 milhões (R$ 2,81 bilhões).
A ATR entregou 32 aeronaves em 2025, número inferior à meta inicial estabelecida pelo fabricante. O desempenho foi impactado por um ambiente industrial considerado adverso, com persistência de disrupções na cadeia de suprimentos e escassez de componentes críticos.
Entre as medidas adotadas estão melhorias no fluxo da linha de montagem final (Final Assembly Line), reabertura de estações produtivas e redução progressiva da escassez de peças — atualmente em um terço dos níveis registrados no início de 2025.
O ano foi marcado por avanços na América do Norte. A JSX iniciou operações fretadas com o ATR 42-600 nos Estados Unidos. No Canadá, houve certificação e entrega do primeiro ATR -600 à Rise Air.
O interesse por viagens regionais premium também avançou, com novas adesões à coleção ATR HighLine por parte da Berjaya Air, Air Tahiti e Air Cambodja.
Em 2025, a ATR ingressou em um novo ciclo tecnológico com o lançamento de dois programas estratégicos da União Europeia no âmbito da Clean Aviation: Heracles e Demetra.
Os projetos de pesquisa e tecnologia têm como objetivo demonstrar, até o fim de 2029, um demonstrador em voo do ATR 72-600 com propulsão híbrida-elétrica. O plano inclui integração de sistemas eletrificados, tecnologia avançada de hélices e arquitetura híbrida.
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