A JHSF, controlador do aeroporto executivo São Paulo Catarina, anunciou a aquisição da Embassair, FBO localizado em aeroporto de Miami
A JHSF, controlador do aeroporto executivo São Paulo Catarina, anunciou hoje (27), a aquisição da Embassair, operação do tipo FBO (Fixed Base Operator) localizada no aeroporto executivo Opa-Locka, em Miami.
A transação foi realizada por meio de um fundo de investimento gerido pela JHSF Capital. O ativo está situado em um dos principais hubs da aviação de negócios norte-americana.
A operação no terminal acontece 24 horas, com abastecimento, serviços aeronáuticos, atendimento a passageiros e infraestrutura de hangaragem, além de potencial de expansão operacional.
Estratégia internacional
O terminal de Opa-Locka está inserido em um dos mercados mais relevantes da aviação de negócios do mundo e possui forte conexão com rotas internacionais frequentes.
Segundo a JHSF, o ativo também poderá receber no futuro a implementação do sistema de imigração internacional no terminal, por meio da estrutura da U.S. Customs and Border Protection (CBP), o que tende a ampliar a capacidade operacional para voos internacionais.
Conexão com o São Paulo Catarina
A empresa disse que a operação em Miami possui sinergia direta com o aeroporto executivo São Paulo Catarina. Opa-Locka está entre os principais destinos de voos internacionais originados no terminal brasileiro, o que, segundo a empresa, permite a integração operacional entre os dois ativos e a ampliação da oferta de serviços aos clientes da aviação de negócios.
Expansão de ativos
A aquisição amplia a atuação da JHSF no mercado de infraestrutura aeroportuária para aeronaves de negócios, segmento que concentra operações de alto padrão, serviços personalizados e gestão de fluxos internacionais de passageiros.
Os FBO são estruturas dedicadas à operação da aviação privada e corporativa, oferecendo serviços como abastecimento, apoio em solo, manutenção, hangaragem e recepção de passageiros e tripulações.
Com a incorporação da Embassair, a empresa passa a fortalecer sua presença em uma rota estratégica entre Brasil e Estados Unidos, especialmente relevante para clientes da aviação de negócios que utilizam Miami como principal porta de entrada no mercado norte-americano.
