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Paula Burlamaqui celebra chegada ao universo de ”Êta Mundo Melhor”

Paula Burlamaqui celebra chegada ao universo de ”Êta Mundo Melhor”

Entre memórias de papéis intensos e a expectativa por novos desafios, Paula Burlamaqui reflete sobre o tempo e a forma como as novelas permeiam sua trajetória. Para a atriz, ”Êta Mundo Melhor”carrega uma peculiaridade: estar presente desde o início de uma história que, de certa maneira, já vinha sendo contada há quase uma década. ”A maioria das novelas que fiz entrei depois da novela já ter começado. Essa eu entrei no início, mas é uma novela que também já tinha começado há nove anos. É engraçado isso”, afirma Paula, que vive a moderna Sônia.




Na história assinada por Walcyr Carrasco e Mauro Wilson, Sônia é uma mulher independente, que sofre preconceito por ser desquitada. Se envolve com Quincas, papel de Miguel Rômulo, que não resiste aos seus encantos, mas reluta em assumir um relacionamento. Ela ainda se envolve com o Doutor Lauro, interpretado por Marcelo Argenta. ”A Sônia tem sido minha prioridade e estou completamente encantada pela trajetória dela e muito curiosa para saber o que o Mauro Wilson vai resolver da vida dela, com essa história da gravidez e com quem será que ela ficara no fim? Lauro ou Quincas?”, questiona.


Na tevê há quase 40 anos, Paula ainda carrega os mesmos desejos e motivações a cada novo trabalho. Em ”Êta Mundo Melhor”, a atriz tem mergulhado em uma composição voltada para os detalhes que cercam a década de 1950. ”Sempre fui atraída pelos desafios que o personagem percorre durante a novela. Qual a história? Quais as possibilidades de conflito? Tenho prestado muito a atenção no modo de falar, postura, o jeito mais formal de ser… Isso muda tudo”, aponta.


De volta ao ar no enredo das seis, Paula estava de folga dos folhetins desde 2023, quando participou do remake de ”Elas Por Elas”. Ela reedita uma frutífera parceria com a diretora Amora Mautner. ”Fiquei bem feliz com o convite. Eu já tinha visto ‘Êta Mundo Bom’ e sou muito fã do Walcyr. A novela é muito leve, preserva a inocência e a delicadeza de antigamente. Até os vilões não têm grandes maldades e são fofos. É um verdadeiro respiro nos dias de hoje”, valoriza.


”Êta Mundo Melhor” – de segunda a sábado, às 18h30, na Globo.


Entre o público


Paula Burlamaqui destaca como certos papéis ultrapassam a tela e ganham vida nas ruas, despertando identificação e apoio genuíno do público. Ao longo de ”América”, por exemplo, a força de uma mãe solteira que cria uma criança com deficiência visual tocou especialmente mulheres, que se aproximavam para compartilhar conselhos e experiências, criando uma rede de afeto e reconhecimento.


”Na época da Islene, eu tive muito apoio do público por ser uma mãe solteira de uma criança com deficiência visual. As mulheres me davam conselhos nas ruas, era muito forte”, relembra.

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