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Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe

Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe


A atriz e diretora Maggie Gyllenhaal afirmou, nesta sexta-feira (4), que parou de usar inteligência artificial generativa de vídeos em seu filme sobre Marilyn Monroe porque “basicamente não funcionou”.


A americana preside o júri do Festival de Cinema de Veneza deste ano e também apresenta um curta-metragem de 17 minutos sobre Marilyn Monroe.


Em “Flesh Impact”, Dakota Johnson interpreta a lendária estrela em seu auge, e Ellen Burstyn a retrata mais tarde na vida, imaginando como ela teria sido se não tivesse morrido em 1962.




“As pessoas que encomendaram este projeto me pediram para usar IA”, disse Gyllenhaal durante uma palestra sobre inteligência artificial em Veneza.


“Eles estavam usando uma IA licenciada, treinando-a com filmes de Marilyn Monroe dos quais tínhamos os direitos. E eu topei. Pensei: ‘Ok, estou curiosa. Vamos ver'”, disse a diretora de “A Noiva” e “A Filha Perdida”.


“E basicamente não funcionou. Trabalhamos muito nisso e, no fim, descartei a ideia porque o resultado com Dakota interpretando Marilyn Monroe foi muito mais comovente, humano, vibrante”, acrescentou.


Esses comentários destacam as limitações atuais da tecnologia de IA em vídeo, o que tem gerado muitas preocupações na indústria audiovisual sobre seu impacto no emprego.

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