A mãe de Michael Gledhill, homem acusado de matar o ator James Handy, afirmou que o filho enfrentava sérios problemas de saúde mental e havia interrompido o tratamento para esquizofrenia poucos dias antes do crime. Em entrevista ao site TMZ, a namorada de Handy falou sobre a relação do filho com o seu padrasto, que costumava ser cordial, segundo ela.
Segundo a mãe, Michael, de 44 anos, recebeu o diagnóstico de esquizofrenia em julho de 2025 e passou a utilizar medicamentos prescritos para controlar a condição. No entanto, ela contou ter descoberto recentemente que o filho havia deixado de tomar os remédios cerca de uma semana antes de James Handy ser encontrado morto a facadas no jardim da residência onde moravam.
De acordo com Wendy, o comportamento de Michael vinha se tornando cada vez mais paranoico nos meses que antecederam o crime.
— Michael e James nem sempre concordavam, mas o relacionamento entre eles era geralmente cordial — disse ela ao TMZ.
Abalada com o caso, Wendy também enviou uma mensagem à família do ator.
— Eles sabem o quanto eu o amava. Sinto muito. Sinto muito que isso tenha acontecido. Ainda estou em choque. Ainda não consigo acreditar — declarou.
Imagens de Michael caminhando tranquilamente por uma rua pouco depois de confessar o assassinato do ator divulgadas pela emissora americana Fox 11 reforçam as explicações de Wendy.
Michael Gledhill foi preso e confessou o crime às autoridades. As imagens divulgadas mostram o suspeito andando pela região após o homicídio, comportamento que chamou a atenção durante a investigação.
James Handy construiu uma longa carreira em Hollywood, participando de produções para cinema e televisão ao longo de décadas. A morte do ator provocou comoção entre familiares, amigos e admiradores, enquanto as circunstâncias do crime seguem sendo apuradas pelas autoridades.
