O volume de viagens de negócios internacionais apresentou crescimento de 2,6% no primeiro semestre de 2025 em comparação ao mesmo período de 2024, segundo o 7th Annual Global Business Travel Report, elaborado pela SAP Concur em parceria com a Wakefield Research. O levantamento ouviu mais de 5 mil stakeholders de 29 países, incluindo viajantes, gestores de viagens e CFOs.
Para os próximos 12 meses, quase todos os viajantes (97%) afirmaram estar dispostos a continuar viajando a trabalho. Além disso, 94% consideram que essas viagens são úteis (39%) ou essenciais (55%) para o sucesso em suas funções.
Segundo a pesquisa, 89% dos viajantes, 93% dos gestores e 90% dos CFOs esperam que os orçamentos de viagens corporativas aumentem ou permaneçam estáveis em 2025. No entanto, 69% dos gestores de viagens e 81% dos CFOs reconhecem que as verbas ainda não refletem a real importância das viagens para o sucesso das empresas.
As restrições, quando ocorrem, têm se materializado em cortes pontuais: exigência de tarifas mais baixas, proibição de despacho de malas ou redução em upgrades. Oitenta e sete por cento dos viajantes relataram que suas empresas já cortaram benefícios como pernoites para viagens de um dia (30%), uso de classe executiva (30%) e viagens não ligadas a clientes (28%).
Desafios de segurança e disposição para investir do próprio bolso
A segurança segue como fator de atenção. Quarenta por cento dos viajantes disseram que deixariam de realizar uma viagem por preocupações sociais ou de segurança em determinados destinos.
Além disso, 58% afirmaram estar preocupados com a segurança dos voos, embora 41% garantam que esse receio não muda seus planos.
Ainda que enfrentem cortes, 85% dos viajantes estão dispostos a investir recursos próprios para melhorar a experiência, pagando por acomodações melhores (38%), noites adicionais (35%) ou assentos premium (30%). Essa tendência reforça o valor atribuído ao conforto e à qualidade das viagens corporativas.
Diferenças de comportamento e novos hábitos
O levantamento aponta que 84% dos viajantes têm hábitos diferentes em viagens corporativas em comparação às pessoais, com escolhas como hospedagem em hotéis superiores, voos diretos e transporte privado. Ao mesmo tempo, 84% afirmam ter adotado estratégias recentes para economizar em viagens, como refeições mais baratas (36%), uso de cartões pessoais para acumular pontos (34%) e levar lanches de casa (26%).
Perspectiva global
Os Estados Unidos seguem como principal destino de viagens de negócios no mundo, concentrando 15,3% do total no primeiro semestre, seguidos por Alemanha (7,7%) e Reino Unido (7,6%). França, Espanha, Canadá, México, China, Itália e Países Baixos completam o Top10.
Charlie Sultan, presidente da Concur Travel, ressaltou a complexidade do cenário. “Os orçamentos de viagens estão aumentando e os funcionários estão dispostos a viajar, mas as políticas estão mais rígidas e a frequência ainda é um desafio. As empresas precisam equilibrar custos, expectativas e bem-estar dos viajantes”, destacou.
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