O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (29), CDBs com taxas prefixadas de até 13,780% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,280% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 105% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,000% para vencimento em 12 meses, enquanto as pós-fixadas pagam até 86,5% do CDI em 12 meses.
LCIs pós-fixadas pagam até 79,5% do CDI em mais de 12 meses.
CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: janeiro/2028
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LCI ORIGINAL
Taxa: 90% do CDI
Vencimento: janeiro/2029
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CDB BANCO C6
Taxa: 102,5% do CDI
Vencimento: janeiro/2032
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (29)
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Os juros futuros recuaram pela sexta sessão consecutiva nesta quarta-feira (28), em um movimento novamente sustentado pelo forte fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil, que impulsionou a bolsa e pressionou o dólar. A queda das taxas ocorreu mesmo com os rendimentos dos Treasuries em alta e antes da decisão de juros do Federal Reserve, com o mercado local já operando à espera do anúncio do Copom, após o fechamento.
No fim da tarde, a taxa do DI para janeiro de 2028 caiu para 12,785%, baixa de 8 pontos-base ante o ajuste anterior. Já o DI para janeiro de 2035 recuou 4 pontos-base, para 13,325%, mantendo a tendência de fechamento da curva. No acumulado de seis sessões, as quedas chegam a 41 pontos-base no DI 2028 e 48 pontos-base no DI 2035.
Assim como nos pregões anteriores, a entrada de recursos estrangeiros deu novo fôlego ao Ibovespa, que superou os 185 mil pontos pela primeira vez, estimulando a venda de taxas no mercado de DIs. O movimento também foi acompanhado por valorização do real, o que ajudou a reduzir prêmios na curva de juros, sobretudo nos vencimentos intermediários e longos.
O recuo das taxas no Brasil se deu ao longo de toda a sessão, antes mesmo da decisão do Fed, apesar da alta dos yields americanos. Às 16h, o Federal Reserve manteve os juros na faixa de 3,50% a 3,75%, como amplamente esperado, e reforçou no comunicado que a inflação segue elevada, enquanto o mercado de trabalho dá sinais de estabilização, sem oferecer pistas claras sobre o início de cortes.
Dois diretores do Fed — Christopher Waller e Stephen Miran — votaram a favor de um corte de 0,25 ponto percentual já nesta reunião, mas a reação do mercado brasileiro foi limitada. Os investidores preferiram manter posições, aguardando a definição da política monetária doméstica.
No Brasil, a expectativa majoritária é de manutenção da Selic em 15% ao ano, com atenção redobrada ao comunicado do Copom, em busca de sinais sobre março. Na B3, as opções de Copom indicavam 36,00% de probabilidade de corte de 25 pontos-base no próximo encontro, 34,50% de chance de redução de 50 pontos-base e 22,75% de possibilidade de manutenção, em um ambiente ainda marcado pela influência do fluxo externo.
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