Nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, a Lua está na fase Nova. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), ela entrou nessa fase no dia 17, às 09h03. Neste momento, o satélite natural da Terra está com cerca de 34% de sua superfície iluminada e segue em crescimento. Falta apenas 1 dia para a próxima mudança: no dia 24, às 09h28, a Lua entrará oficialmente na fase Crescente, dando início a um novo ciclo mais visível no céu.
A Lua Nova é a fase que marca o início do ciclo lunar, que dura aproximadamente 29,5 dias. Nessa etapa, a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol. Por causa desse alinhamento, a face iluminada pelo Sol fica voltada para longe do nosso planeta, o que faz com que ela praticamente não seja vista no céu noturno. É por isso que muitas pessoas associam essa fase a noites mais escuras.
Do ponto de vista científico, a fase Nova ocorre quando a longitude celeste da Lua e do Sol se alinham. Esse fenômeno é conhecido como “conjunção”. Apesar de parecer invisível a olho nu, a Lua continua exercendo influência gravitacional sobre a Terra, contribuindo para as marés. Inclusive, durante a Lua Nova, podem ocorrer as chamadas marés de sizígia, que são mais intensas devido ao alinhamento entre Sol, Terra e Lua.
Outra característica interessante é que a Lua Nova é considerada um período de transição. Logo após essa fase, um fino arco luminoso começa a surgir no horizonte ao entardecer, marcando o início da Lua Crescente. Esse momento costuma atrair a atenção de observadores e fotógrafos, já que o contraste entre o céu ainda claro e a delicada faixa iluminada cria belas imagens.
Curiosamente, eclipses solares só podem acontecer durante a Lua Nova. Isso ocorre porque, nessa fase, a Lua pode passar exatamente entre a Terra e o Sol, bloqueando parcial ou totalmente a luz solar. No entanto, nem toda Lua Nova resulta em eclipse, já que o alinhamento precisa ser extremamente preciso.
Com a aproximação da fase Crescente, o satélite natural da Terra se tornará cada vez mais visível nos próximos dias. A cada noite, uma porção maior de sua superfície iluminada poderá ser observada, marcando o avanço do ciclo lunar e oferecendo um espetáculo constante no céu.
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