Nesta segunda-feira, 19 de janeiro, a Lua passa a atuar oficialmente na fase Nova. Nesse período, o satélite natural da Terra não pode ser totalmente visto, pois fica alinhado com o Sol, recebendo a luz solar em sua face oposta ao nosso planeta. De acordo com o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, da Universidade de São Paulo (USP), a Lua entrou na fase nova no domingo, 18 de janeiro, às 16h51, marcando o início de um novo ciclo lunar.
A mudança de fase ocorre de forma gradual e faz parte de um movimento natural e previsível. Ao longo do mês, a Lua passa por quatro fases principais, que influenciam desde a observação do céu até fenômenos naturais estudados pela ciência. A Lua Nova, em especial, desperta curiosidade por ser um momento em que o satélite “desaparece” do céu à noite.
A Lua Nova acontece quando o satélite está posicionado entre a Terra e o Sol. Nessa configuração, a parte iluminada do astro fica voltada para o Sol, enquanto a face escura aponta para o nosso planeta. Por isso, mesmo estando no céu, ela não é visível a olho nu durante a noite. Esse alinhamento marca o começo de um novo ciclo lunar, que terá duração aproximada de 29,5 dias.
Do ponto de vista científico, a Lua não possui luz própria. O que enxergamos no céu é o reflexo da luz solar em sua superfície. Durante a fase nova, esse reflexo não alcança a Terra, o que explica a ausência do brilho característico. Esse fenômeno é totalmente natural e previsível, sendo calculado com precisão por astrônomos e observatórios ao redor do mundo.
A Lua Nova também está associada às marés. Durante essa fase, assim como na Lua Cheia, ocorrem as chamadas marés de sizígia, quando a força gravitacional da Lua e do Sol se combina, provocando marés mais intensas. Esse efeito é amplamente estudado pela ciência e tem influência direta sobre oceanos e ecossistemas costeiros.
Além dos aspectos científicos, a Lua Nova sempre despertou curiosidade ao longo da história. Diversas culturas antigas associavam esse período a recomeços, ciclos e renovação, justamente por marcar o início de uma nova lunação. Embora essas interpretações façam parte do campo simbólico, o fenômeno em si é um dos mais bem compreendidos pela astronomia moderna.
Com a entrada da Lua Nova, o céu inicia mais uma vez seu ciclo de transformações visíveis. Nos próximos dias, o satélite voltará a aparecer gradualmente, dando origem à Lua Crescente e seguindo seu caminho natural até a Lua Cheia, reforçando o constante movimento que rege o sistema Terra–Lua.
O projeto autoral PIF PAF, assinado pelos artistas Ana Gal e Chau do Pife, abre…
Nossa Lua passou por muitas transformações nos 4,5 bilhões de anos em que tem sido…
“Abigail” parte de um plano simples que parece sob controle até o momento em que…
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva parabenizou, nesta quinta-feira (22), as cinco indicações do…
Air France lança documentário inédito para celebrar os 50 anos do primeiro voo comercial do…
Salvador está entre as 10 cidades escolhidas por Diogo Nogueira para celebrar seus 20 anos…