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veja como é presídio de famosos onde Nicolás Maduro está nos EUA

veja como é presídio de famosos onde Nicolás Maduro está nos EUA

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, responderá à justiça americana em Nova York após sua captura em operação militar dos Estados Unidos no sábado (3). A expectativa é que aguarde julgamento em presídio federal na cidade. As informações são da Fox News.

A única instalação de segura máxima federal em Nova York é o Centro de Detenção Metropolitano (MCD) no Brooklyn, que já abrigou outros presos famosos e, até mesmo, o ex-presidente da CBF, José Maria Marín.

Inaugurado no início da década de 1990 pelo Departamento Penitenciário Federal dos EUA, o MDC Brooklyn rapidamente se firmou como um dos principais centros de detenção para réus envolvidos em processos federais de grande repercussão no país.

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Presos famosos

Entre os presos que passaram pela unidade, destacam-se nomes que marcaram investigações criminais internacionais. Joaquín “El Chapo” Guzmán, líder do Cartel de Sinaloa, esteve detido no local antes de receber a sentença de prisão perpétua por tráfico de drogas e outros crimes.

O centro também abrigou figuras recentes que ganharam destaque na mídia, como o rapper Sean “Diddy” Combs, a socialite Ghislaine Maxwell, conhecida como parceira de Jeffrey Epstein, e o empresário Sam Bankman-Fried, fundador da corretora de criptomoedas FTX.

Além disso, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, esteve preso no MDC Brooklyn em 2017.

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De acordo com o MDC, a unidade abriga 1.336 detentos. A população carcerária do local tem diminuído ao longo dos anos. Em 2024, o Departamento de Prisões dos EUA anunciou que suspenderia temporariamente o envio de detentos para o local.

Naquele ano, diferentes juízes se recusaram a enviar presos para a unidade por causa das péssimas condições de funcionamento. Ao menos dois detentos haviam sido mortos no MDC. Na ocasião, o advogado de um dos mortos chamou a prisão de “inferno na terra”, por ter permitido uma morte que era evitável.

Um dos juízes que se recusou a enviar um condenado para a prisão afirmou em sua justificativa que as mortes recentes no local demonstravam “um ambiente de ilegalidade” e “uma má gestão inaceitável, repreensível e mortal”.

Em 2019, um apagão de energia na unidade durante o inverno durou uma semana. Nesse período, os presos ficaram em celas congelantes, sem aquecimento. Uma investigação do jornal The New York Times sobre o caso mostrou que aquele era apenas mais um episódio de negligência e brutalidade no MDC.

De acordo com a reportagem, a cadeia era uma das piores do sistema federal dos Estados Unidos. Ao longo dos anos, foram registrados diferentes casos de presos que foram espancados, estuprados ou mantidos sob condições desumanas.

Um ex-funcionário do MDC disse ao jornal que a cadeira era uma “das mais problemáticas, senão a mais problemática, do sistema federal de prisões”.

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(com Estadão Conteúdo)



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