Falar sobre evolução na indústria de propriedade compartilhada é falar, antes de tudo, sobre pessoas. São elas que, com preparo e engajamento, transformam cada atendimento, cada venda e cada experiência. Mas, para que isso aconteça de forma consistente, é preciso investir em capacitação contínua e criar espaços de união no setor. Esses dois elementos — conhecimento e colaboração — são garantias de crescimento sustentável, qualidade na entrega e credibilidade para toda a cadeia.
O turismo brasileiro vive um momento de expansão, mas enfrenta um desafio claro: a falta de mão de obra qualificada. Apenas no primeiro semestre de 2025, o setor criou mais de 114 mil empregos formais, um aumento de 15,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Ministério do Turismo e do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Apesar disso, muitos desses postos são ocupados por profissionais que ainda não receberam o preparo adequado e, devido à alta rotatividade que é comum no setor, o caos da mão de obra acaba se perpetuando. Essa lacuna compromete a consistência do serviço e a satisfação do cliente, atributos que são decisivos para a fidelização.
Na propriedade compartilhada, esse desafio se amplia. Operações que começam em novos destinos nem sempre encontram profissionais com experiência no segmento, exigindo treinamentos do zero. É um investimento necessário, mas que se torna mais eficiente quando feito de forma estruturada e coordenada entre as empresas e as entidades do setor.
A história mostra que, sempre que o mercado se uniu em torno de objetivos comuns, os resultados foram positivos: guias de boas práticas, leis específicas e avanços regulatórios nasceram desse trabalho conjunto, provando que concorrência e cooperação podem caminhar juntas para superar dores que são comuns a todos.
Nesse cenário, vejo a capacitação como uma estratégia para toda a cadeia — do empreendedor ao vendedor, do gestor ao profissional de pós-venda. Não basta treinar apenas uma parte; é preciso que todos estejam preparados, alinhados e conscientes do valor que o produto oferece. Eventos voltados para executivos, como fóruns e summits, cumprem um papel importante ao trazer tendências e boas práticas, mas também é fundamental olhar para quem está na linha de frente, lidando diariamente com o cliente.
Foi com esse pensamento que lançamos o RCI Lab, uma plataforma criada para oferecer acesso rápido e prático a informações relevantes do setor. A ideia é que o profissional, em qualquer função dentro de uma operação afiliada, tenha onde buscar respostas e se atualizar, sem depender exclusivamente de treinamentos presenciais. O conteúdo é segmentado por perfis — de equipes operacionais a CEOs — e inclui temas como tipos de vendas, atendimento, calendário de eventos, produtos e destinos, além de capacitações curtas para consultas pontuais em uma ferramenta de apoio contínuo.
Complementamos esse trabalho com eventos como o Top Seller, que há anos reúne e reconhece talentos do setor, oferecendo conteúdo inspirador e prático para profissionais que estão no dia a dia das operações. Essa combinação de capacitação presencial e recursos digitais cria um ecossistema mais preparado e conectado.
Quando unimos esforços e investimos em formação, criamos um efeito que vai muito além de melhorar resultados imediatos. Ganhamos em qualidade, fortalecemos a imagem do setor e entregamos ao cliente experiências que o motivam a voltar. No mercado de propriedade compartilhada, essa maturidade coletiva é a base para um crescimento sustentável, capaz de atravessar ciclos e manter a relevância no futuro.
* Artigo de Fabiana Leite, diretora de Desenvolvimento da RCI na América do Sul.
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