O turismo corporativo brasileiro segue em trajetória de crescimento em 2026. Em fevereiro, o setor registrou faturamento de R$ 1,05 bilhão, resultado 4,12% superior ao observado no mesmo mês de 2025, quando o volume chegou a R$ 1,01 bilhão.
REDAÇÃO DO DIÁRIO – com informações do MTur
Com o resultado, este é o segundo mês consecutivo em que o segmento ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão em receita, consolidando um início de ano positivo para o mercado de viagens de negócios no país. Os dados são da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).
No acumulado de 2026, o turismo corporativo já movimenta mais de R$ 2 bilhões, reforçando sua relevância dentro da economia do turismo nacional.
De acordo com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o desempenho do setor evidencia o impacto do turismo de negócios em diversos segmentos da economia.
Segundo ele, o crescimento contínuo do turismo corporativo reforça o papel estratégico do segmento para o Brasil.
“O crescimento consistente do turismo corporativo, que já supera R$ 2 bilhões em faturamento neste ano, evidencia seu papel estratégico para o Brasil: além de impulsionar a economia, o setor fortalece cadeias produtivas como aviação, hotelaria e serviços, gerando empregos, renda e oportunidades em diversas regiões do país”, afirmou o ministro.
Entre os segmentos que compõem o turismo corporativo, o transporte aéreo segue como principal motor do faturamento.
Em fevereiro, as vendas de passagens aéreas corporativas movimentaram R$ 621 milhões, representando 58,9% do total do setor e registrando alta de 5,41% em comparação com fevereiro de 2025.
Na sequência aparece o setor hoteleiro, responsável por 30,5% do faturamento, com R$ 321 milhões movimentados no período.
Outros serviços ligados às viagens de negócios também tiveram desempenho expressivo em fevereiro.
O seguro-viagem corporativo registrou crescimento de 123,3% na comparação anual, alcançando faturamento de R$ 4 milhões.
Já o serviço de transfer para executivos e delegações saltou de R$ 3,5 milhões em fevereiro de 2025 para R$ 5,7 milhões neste ano, o que representa uma expansão de 62,17%.
Para o diretor executivo da Abracorp, Douglas Fernandes de Camargo, o cenário global exige atenção, mas também pode abrir oportunidades para o país.
Segundo ele, tensões internacionais podem levar à realocação de eventos corporativos e feiras para destinos considerados mais estáveis, o que pode favorecer o Brasil.
“Os conflitos internacionais nos colocam numa posição de muita cautela, após dois primeiros meses muito positivos, e estamos monitorando a situação internacional. O Brasil, pelas condições que apresenta, pode ser um bom destino para abrigar eventos antes programados para outros países”, destacou.
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