Edgar J. Oliveira homenageia os Melhores Fornecedores da Hotelaria, mas um dos destaques é ele mesmo e deve receber seu troféu, mesmo que simbólico.
Por Paulo Atzingen, de São Paulo*
(Imagens 360: Eric Afonso)
Não é de hoje que conheço o Edgar e em um certo período cria que ele era um concorrente do DIARIO. Desfiz essa crença e vejo-o mais que um parceiro ou aliado; é um realizador que faz a hora e não espera acontecer.
O ponto alto do Troféu Fornecedor Destaque da Hotelaria, promovido e organizado pela Revista Hoteis foi o jantar que ocorreu na noite da última sexta-feira (27) com a entrega do Troféu aos vencedores. O DIÁRIO como midiapartner participou do evento no Wyndham Ibirapuera, na capital paulista.
Mesa é a síntese do “União Faz a Força”
De acordo com Edgar J. Oliveira, diretor da Revista Hotéis ao lado (ou atrás?) de Helena Ota, sua esposa e a administradora da empresa, o número de participantes deste ano passou de 5.4 mil votos válidos. Na noite, durante o jantar, havia mais de 300 pessoas, sendo elas 12 CEOS de redes hoteleiras e VPs e diretores de empresas de hospitalidade e afins.
Segundo Edgar, as parcerias que ele e sua equipe fazem justificam a festa e a homenagem aos fornecedores, incluindo buffet e jantar, sistema de som, decoração, cenografia, geradores de energia e equipes de apoio: “Se colocarmos na ponta do lápis um evento como este chega a 400 mil reais”, quantificou. Embora seja um evento em que o capital econômico é reconhecido por suas marcas – e sua força – há algo intrínseco em tudo isso, porque a Revista Hotéis (leia-se Edgar) trouxe para a mesa pessoas de carne e osso, líderes de suas organizações e não apenas representantes.
Com uma equipe enxuta de não mais que meia dúzia de pessoas, Edgar J. Oliveira é o grande vencedor da noite por conseguir manter por 15 anos um prêmio distinto, sem barganhar premiação e com um sistema de voto e apuração idôneos e com cômputo usando a Inteligência Artificial.
Capital social e networking
Edgar não comanda um sistema de comunicação que vende cotas de participação, nem é um agregado de governo que usa a máquina pública em seu benefício. Ele também não é uma Digital Agency, que impulsiona milhões de mensagens robotizadas para colher resultados irreais. É um empreendedor nato, persistente e corajoso que consegue, junto a sua mulher Helena Ota, seu departamento comercial liderado por Rogério Valala e equipe, trazer para um hotel, em plena sexta-feira chuvosa em São Paulo, 300 pessoas e que não pagam nada por isso. De fornecedores de lençóis e travesseiros, distribuidores de colchões e fechaduras de portas, a vendedores de louças para cozinha e copa; uma infinidade de produtos e serviços que formam a base deste segmento da hospitalidade, da hotelaria, de oferecer prazer e descanso aos outros.
É este capital social e networking que Edgar construiu que me faz afirmar: o grande fornecedor da hotelaria naquela noite foi o Edgar. Faltou o troféu pra ele mesmo.
*Paulo Atzingen é jornalista e fundador do DIÁRIO DO TURISMO
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