Os contratos de mini-índice (WINV25), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (30/09) no negativo, com queda de 0,11%, aos 147.135 pontos. Já o Ibovespa caiu 0,07%, aos 146.237 pontos, mas voltou a renovar máxima histórica intradiária em 147.578 pontos, fechando setembro com alta de 3,40% e saldo positivo em sete dos nove meses de 2025. O movimento refletiu quedas de Petrobras e do varejo, enquanto Vale e bancos ajudaram a limitar as perdas.
No exterior, o risco de shutdown nos EUA manteve investidores atentos, enquanto dados mostraram perda de fôlego no consumo e no mercado de trabalho, reforçando apostas em novos cortes de juros pelo Fed. No Brasil, a taxa de desemprego ficou em 5,6% e a dívida pública veio abaixo do esperado. Para os traders do mini-índice, o viés segue positivo, mas com resistências próximas exigindo cautela.
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No intraday, após o fechamento da última sessão, ficou evidente que o ativo perdeu força compradora. Para que siga com o movimento de baixa, será necessário romper o suporte em 147.100/146.620 pontos, mirando 145.975/145.240 pontos e, em extensão, 144.670/144.140 pontos.
Por outro lado, a recuperação só virá caso haja rompimento da resistência em 147.250/147.640 pontos, que abriria espaço para 148.265/149.000 pontos e, mais adiante, 149.445/150.030 pontos.
Já no gráfico diário, a formação de um spinning top mostra disputa entre compradores e vendedores. Apesar da leve baixa, o contrato segue acima das médias, preservando tendência de alta. Para sustentar o fluxo comprador, será preciso superar a região de 149.000/149.095 pontos, mirando 149.910/151.345 pontos.
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Já para confirmar pressão vendedora, será necessário romper a faixa de 146.000/145.240 pontos, o que abriria espaço para 145.050/142.955 pontos. O IFR (14) fechou em 60,15, em zona neutra.
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Nos 60 minutos, o mini-índice também encerrou em baixa, negociando entre as médias de 9 e 21 períodos.
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Para manter a pressão vendedora, será preciso perder o suporte em 147.100/146.620 pontos, o que pode levar o contrato até 145.975/145.240 pontos e, em movimento mais longo, até 144.670/143.755 pontos.
No campo comprador, o primeiro desafio está na resistência em 147.900/148.435 pontos. Rompendo essa faixa, o ativo ganha espaço para avançar até 149.095/149.445 pontos, com alvo mais estendido em 150.035/150.835 pontos.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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