O mercado de emissão bancária, dentro da plataforma da XP, oferece nesta quinta-feira (19), CDBs com taxas prefixadas de até 13,720% ao ano com vencimento em 12 meses, enquanto títulos de inflação estão pagando até IPCA+8,090% em mais de 1 ano e os pós-fixados até 107% do CDI em 12 meses.
LCAs contam com taxas prefixadas de até 11,460% para vencimento em 12 meses, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,540% em mais de 1 ano e as pós-fixadas pagam até 90% do CDI em 12 meses.
LCIs prefixadas possuem taxas de até 10,770% para vencimento em 1 ano, enquanto as atreladas à inflação pagam até IPCA+5,660% em mais de 12 meses e as pós-fixadas pagam até 90,5% do CDI em mais de 1 ano.
Renda Fixa Hoje: confira algumas opções de investimento em renda fixa bancária oferecidas pela XP
CDB PICPAY
Taxa: 104,75% do CDI
Vencimento: fevereiro/2029
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CDB PERNAMBUCANAS
Taxa: 110% do CDI
Vencimento: fevereiro/2030
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LCA ORIGINAL
Taxa: 93% do CDI
Vencimento: fevereiro/2030
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*As ofertas na plataforma da XP são limitadas à capacidade disponível do produto nesta quinta-feira (19)
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As taxas dos juros futuros encerraram a quarta-feira de cinzas (18) em queda ao longo de toda a curva, mesmo com piora de outros ativos domésticos, como câmbio e bolsa, no retorno do feriado de Carnaval. O movimento ocorreu na contramão do exterior, onde os rendimentos dos Treasuries avançaram após a divulgação da ata do banco central dos EUA.
No fechamento, o DI para janeiro de 2028 recuou para 12,585% (-4 pontos-base), enquanto o DI para janeiro de 2035 caiu para 13,335% (-7 pontos-base), indicando alívio mais intenso na ponta longa da curva. O comportamento sugere redução do prêmio de risco de prazo maior, apesar do ambiente externo menos favorável.
A curva passou a ceder desde o início da sessão, influenciada por fatores locais. Entre eles, pesou a notícia da liquidação extrajudicial do Banco Pleno, determinada após deterioração financeira da instituição. O episódio trouxe ruído pontual, mas não foi suficiente para pressionar os DIs, que seguiram em queda.
Outro vetor doméstico foi o veto parcial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao reajuste salarial de servidores do Legislativo e do TCU. A decisão barrou trechos que poderiam elevar despesas acima do teto do funcionalismo, sendo interpretada pelo mercado como sinal de contenção fiscal, fator que ajuda a reduzir juros futuros, sobretudo nos prazos mais longos.
Mesmo com o Ibovespa em queda e o dólar em alta, os juros mantiveram trajetória de baixa. O descolamento reforça que o movimento foi guiado principalmente por fatores específicos da renda fixa e pela percepção fiscal, e não pelo comportamento geral dos ativos brasileiros.
No exterior, a ata do Federal Reserve mostrou divisão entre dirigentes sobre os próximos passos da política monetária, com parte admitindo possibilidade de novos aumentos de juros se a inflação persistir. Após o documento, os rendimentos dos Treasuries subiram — especialmente os de curto prazo —, mas o impacto no Brasil foi limitado, permitindo queda da curva curta e recuo ainda mais forte da curva longa.
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