TAP Air Portugal amplia codeshare com a Latam Airlines e a Finnair expande acordo com a TAP, beneficiando destinos no Brasil
A TAP Air Portugal ampliou este mês, um acordo de compartilhamento de voos com a Latam Airlines, incorporando novos destinos domésticos no Brasil a partir do aeroporto internacional de São Paulo (GRU).
No mesmo período, a Finnair expandiu seu acordo de compartilhamento de voos com a companhia portuguesa, incluindo rotas entre Lisboa e capitais do Norte e Nordeste brasileiro.
A ampliação dos acordos reforça a conectividade entre Europa e Brasil, com integração comercial de voos e oferta ampliada de destinos sob um único bilhete.
Expansão do codeshare entre TAP e Latam Brasil
No Brasil, a TAP passou a comercializar voos operados pela Latam a partir do hub do aeroporto de Guarulhos para dezesseis destinos domésticos.
Pelo acordo, os voos são operados pela Latam e comercializados também com código da TAP Air Portugal para os seguintes destinos: Boa Vista, Caldas Novas, Caxias do Sul, Dourados, Imperatriz, Jaguaruna, Joinville, Juiz de Fora (IZA), Londrina, Macapá, Montes Claros, Porto Velho, Ribeirão Preto, Rio Branco, Rio de Janeiro (SDU) e São José do Rio Preto.
A medida amplia a malha integrada da TAP no mercado brasileiro, permitindo conexões adicionais a partir de seu maior ponto de entrada no país.
Finnair amplia acordo com a TAP para o Brasil
Em paralelo, a finlandesa Finnair expandiu seu acordo de codeshare com a TAP Air Portugal, incluindo voos operados pela companhia portuguesa entre Lisboa e destinos brasileiros. No novo arranjo, a Finnair passa a comercializar, sob seu código, serviços operados pela TAP para Belém, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador.
As rotas ampliadas conectam o hub português a mercados estratégicos no Norte e Nordeste do Brasil, fortalecendo a integração entre as redes das duas transportadoras.
Conectividade e integração de malha
Os acordos de codeshare permitem que uma companhia aérea comercialize assentos em voos operados por outra, ampliando a oferta de destinos sem necessidade de operação própria. No contexto da aviação comercial internacional, a prática é utilizada para expandir presença de mercado, melhorar ocupação e otimizar conexões intercontinentais.

