Em um cenário global marcado pela busca por equilíbrio mental e experiências mais significativas, o turismo de bem-estar (wellness) se consolida como uma das principais forças do setor para 2026. Levantamento do Global Wellness Institute (GWI), publicado aqui no Mercado & Eventos, revela que o segmento já movimenta US$ 830 bilhões por ano e deve chegar a US$ 1,35 trilhão até 2028.
E neste segmento, entre as tendências que ganham destaque para o próximo ano, a “soft reset trip” desponta como protagonista, especialmente entre os millennials e a Geração X. O conceito, que pode ser traduzido como “viagem de reinício suave”, propõe uma ruptura com os modelos tradicionais de turismo baseados em agendas lotadas, consumo excessivo e busca por experiências instagramáveis. Em vez disso, valoriza o descanso, a reconexão pessoal e a simplicidade.
Relatórios do setor confirmam a tendência
A pesquisa “Unpack ’26: The Trends in Travel”, da Expedia Group, mostra que 54% dos viajantes preferem destinos mais isolados e tranquilos, enquanto 62% afirmam que esse tipo de viagem ajuda a aliviar a ansiedade e o estresse. Já o relatório “Previsões de Viagem”, da Booking.com, aponta que os viajantes estão cada vez mais interessados em experiências espontâneas e locais acessíveis, com foco em bem-estar e autenticidade.
Um outro estudo, publicado pelo site especializado Insight Trends World, revela que 75% dos viajantes que optam por destinos mais calmos relatam redução significativa nos níveis de ansiedade. Locais como cabanas em florestas, casas à beira de lagos e retiros de praia estão em alta, substituindo os tradicionais hotspots urbanos.
No Brasil, a “soft reset trip” ainda é uma novidade, mas já começa a ganhar adeptos. Destinos como Chapada dos Veadeiros (GO), Serra da Mantiqueira (SP/MG) e litoral sul da Bahia despontam como favoritos entre os viajantes que buscam esse tipo de vivência.
Mas será que a indústria de viagens está acompanhando essas tendências? Para os agentes de viagem, entender e se antecipar a esses movimentos do setor é essencial para atender a uma geração ávida por viagens e que cada vez valoriza a reconexão pessoal como parte fundamental da experiência.
Para se manterem competitivos, agentes devem considerarem incluir em seus portifólios destinos menos explorados, hospedagens voltadas ao autocuidado e roteiros flexíveis que favoreçam o bem-estar físico e mental. A demanda por viagens com propósito está crescendo —e quem souber traduzi-la em experiências reais sairá na frente.
O empreendedorismo segue como uma das principais estratégias de geração de renda para milhões de…
No Brasil, as mulheres demonstram menos confiança em relação ao futuro financeiro quando comparadas aos…
Lufthansa apresenta Boeing 747-8 com pintura especial dos 100 anos da companhia aéreaA Lufthansa apresentou…
JOÃO PESSOA – A noite deste sábado (07) na Convenção Nacional de Vendas 2026 da…
Tia Milena venceu a oitava Prova do Anjo deste sábado (7) no Big Brother Brasil…
O Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro, deve ganhar um novo…