O Instituto de Pesquisas Tecnológicas anuncia projeto de vertiporto para transporte aéreo de órgãos com os eVTOL
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) anunciou nesta sexta-feira (26), o projeto de implantação de um vertiporto em seu campus, na Zona Oeste de São Paulo, com foco na viabilização do transporte aéreo ágil de órgãos destinados a transplantes.
A iniciativa prevê o uso de aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) e outras soluções de aviação avançada para reduzir o tempo logístico em operações críticas de saúde.
O vertiporto será implantado em articulação com o recém-inaugurado Núcleo de Tecnologias Avançadas para Bem-estar e Saúde Aplicados às Ciências da Vida (Nutabes), ampliando a atuação do IPT em mobilidade aérea urbana, logística inteligente e integração multimodal.
Segundo o Instituto, o projeto-piloto mobiliza diferentes unidades técnicas em uma abordagem integrada, envolvendo áreas como energia, infraestrutura, segurança e análise estrutural. A proposta é consolidar o campus como ambiente de testes e validação tecnológica para operações com aeronaves elétricas e remotamente pilotadas.
O diretor da Unidade de Energia do IPT, João Carlos Sávio Cordeiro, disse que o projeto inclui estudos técnicos abrangentes para assegurar a operação segura do novo modal aéreo em ambiente urbano.
As análises contemplam parâmetros técnicos e operacionais voltados à certificação, mitigação de riscos e integração segura das aeronaves elétricas ao espaço urbano, com ênfase em missões de alta criticidade.
Segundo o IPT, o desenvolvimento do vertiporto está sendo alinhado com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC).
A articulação institucional busca garantir conformidade com diretrizes regulatórias e operacionais para a integração de eVTOL e aeronaves remotamente pilotadas ao espaço aéreo brasileiro. O objetivo é estruturar um modelo operacional seguro, escalável e potencialmente replicável em outras regiões do País.
Além da infraestrutura física, o projeto pretende contribuir para a consolidação de parâmetros técnicos e operacionais que apoiem a segurança e a eficiência da mobilidade aérea avançada no Brasil.
O vertiporto piloto deverá servir como base para estudos aplicados envolvendo transporte aéreo de órgãos, operações urbanas com os eVTOL, integração multimodal e desenvolvimento de protocolos voltados à aviação elétrica e à logística crítica em saúde.
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