A Ryanair anunciou uma ampla reestruturação de sua malha aérea para 2026, com cortes de rotas em diversos países europeus. A companhia estima a retirada de cerca de 3 milhões de assentos do mercado, afetando principalmente aeroportos regionais na Alemanha, Espanha, França, Bélgica, Portugal, além de operações na Bósnia e Sérvia.
Segundo a aérea, as decisões estão relacionadas ao aumento de taxas aeroportuárias, impostos sobre aviação, custos de controle de tráfego aéreo e novas cobranças ambientais em diferentes mercados. O movimento deve impactar a conectividade de cidades secundárias e alterar fluxos turísticos regionais.
A Ryanair informou também que parte da capacidade retirada será direcionada para mercados considerados mais competitivos em termos de custos, como Croácia, Itália, Marrocos, Suécia e Albânia.
Na Alemanha, a Ryanair cortará 24 rotas no inverno 2025/2026, reduzindo quase 800 mil assentos. Aeroportos como Hamburgo, Berlim, Colônia, Memmingen, Frankfurt-Hahn, Dresden, Dortmund e Leipzig já foram impactados. As operações seguem suspensas em Leipzig, Dresden e Dortmund ao longo de 2026.
A companhia atribui os cortes aos altos custos de taxas de navegação aérea e à carga tributária sobre aviação no país.
Na Espanha, a aérea retirará cerca de 1,2 milhão de assentos no verão 2026. Entre as decisões, estão o fim de voos para Astúrias e Vigo e o fechamento da base em Santiago de Compostela.
Também houve suspensão total das operações em Tenerife Norte durante o inverno, além do fechamento das bases em Jerez e Valladolid. Conexões para as Ilhas Canárias foram reduzidas.
A empresa aponta divergências com a operadora aeroportuária Aena e novas taxas governamentais como principais fatores.
Após já ter reduzido 25 rotas e 750 mil assentos no inverno 2025, a Ryanair confirmou novas suspensões em 2026. O aeroporto de Clermont-Ferrand deixará de receber voos da companhia a partir de 27 de março.
A rota Dublin–Rodez também foi cancelada. Bergerac voltará a operar no verão 2026, mas Brive e Strasbourg permanecem fora da malha.
Na Bélgica, a companhia retirará 20 rotas e cerca de 1 milhão de assentos no inverno 2026/2027, reduzindo 22% da capacidade no país. Cinco aeronaves serão realocadas das bases de Zaventem e Charleroi.
Destinos como Milão-Bergamo, Barcelona, Lisboa, Roma-Ciampino, Cracóvia e Maiorca estão entre os afetados. O corte está ligado ao aumento do imposto belga sobre aviação.
Em Portugal, todas as seis rotas para os Açores serão encerradas a partir do fim de março, impactando cerca de 400 mil passageiros por ano. A decisão representa corte de 22% da capacidade da Ryanair no país.
A companhia menciona aumento de taxas aeroportuárias, custos de controle de tráfego e tributos ambientais europeus como justificativa. A operadora ANA nega prática abusiva.
Na Bósnia e Sérvia, haverá redução de frequências no verão 2026. Em Banja Luka, seis voos semanais serão cortados, enquanto em Niš duas frequências deixarão de operar.
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