O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta quarta-feira (7) que se reunirá com a Dinamarca na próxima semana, depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter repetido nos últimos dias que deseja obter o controle da Groenlândia.
Rubio respondia à uma pergunta sobre por que o governo Trump não tinha aceitado a solicitação de conversa sobre a ilha feita pela Dinamarca. Ele também foi perguntado se os EUA estariam dispostos a retirar a opção de uso da força para tomar a Groenlândia, ao que respondeu: “Não estou aqui para falar sobre a Dinamarca ou sobre intervenção militar.”
Nesta terça-feira (6), a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente Donald Trump “deixou claro que adquirir a Groenlândia é uma prioridade para a segurança nacional dos Estados Unidos e que é vital para dissuadir nossos adversários na região do Ártico”. Ela também disse que “o recurso ao Exército dos Estados Unidos é sempre uma opção à disposição do comandante em chefe”.
Apesar de inicialmente se recusar a dar mais detalhes sobre os planos dos EUA para a Groenlândia, Rubio reiterou nesta quarta que a opção militar não está descartada, mesmo quando lembrado que um eventual ataque à ilha dinamarquesa arriscaria a aliança da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
“Se o presidente identificar uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos, todo presidente mantém a opção de enfrentá-la por meios militares. Como diplomata, que é o que sou agora, e no que trabalhamos, sempre preferimos resolver as questões de maneiras diferentes – inclusive na Venezuela”.
Também na noite de terça, o Ministro da Defesa e Vice-Primeiro-Ministro da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, anunciou que o país investirá 88 bilhões de coroas dinamarquesas (o equivalente a cerca de US$ 13,8 bilhões, ou R$ 74,4 bilhões) para rearmar a Groenlândia, devido à “grave situação de segurança em que nos encontramos”.
Continua depois da publicidade
“Espero que os Estados Unidos também reconheçam esse fato e estejam prontos para cooperar em nosso interesse comum na segurança do Ártico”, disse Poulsen por meio de um comunicado. “Porque a Dinamarca deseja continuar sendo uma aliada dos Estados Unidos, mas isso exige uma disposição mútua de respeito e cooperação”, acrescentou.
*Com informações da Reuters e do Estadão Conteúdo.
O Falcon 10X, novo jato de negócios da Dassault, chega com cabine mais ampla da…
“Qualidade, não volume”. É sob esse mantra que a BYD está operando sua marca de…
O Circo de Tradição Familiar foi reconhecido nesta semana como Patrimônio Cultural do Brasil pelo…
Estela Farina, diretora Geral da NCL no Brasil (Ana Azevedo/M&E) SANTOS — A Norwegian Cruise…
Internado desde sexta-feira, dia 13, no Hospital DF Star, em Brasília, para tratar uma broncopneumonia…
Santos (SP) – O primeiro dia do Cruise360 Brasil 2026 se encerrou neste sábado (14),…