China lidera as rotas aéreas mais longas do mundo com uma escala em 2025, ligando Pequim a São Paulo e Xangai a Buenos Aires
As duas rotas comerciais regulares mais longas do mundo com apenas uma escala em 2025 conectam a China à América do Sul e são operadas por companhias aéreas chinesas.
Segundo dados da Cirium, empresa que atua na análise de dados de aviação, os voos ligam Pequim a São Paulo, via Madri, e Xangai a Buenos Aires, via Auckland.
A Air China opera três frequências semanais entre Pequim e São Paulo, com escala em Madri, totalizando 9.494 milhas náuticas (17.582 km). Trata-se da única rota regular da companhia para a América do Sul.
A operação é realizada com o Boeing 787-9, cuja configuração inclui trinta assentos na classe executiva, 34 na premium economy e 229 na econômica, totalizando 293 lugares.
A Air China, assim como as demais grandes companhias chinesas, tem controle acionário majoritário do governo do país. Nesse contexto, a abertura de rotas internacionais nem sempre está vinculada exclusivamente à demanda comercial. O objetivo inclui o fortalecimento das relações institucionais entre a China e países estratégicos.
No caso do Brasil, a ampliação da cooperação econômica bilateral contribui para a sustentação da operação. Além disso, a companhia também capta demanda nos trechos Madri–São Paulo e Madri–Pequim, aproveitando direitos de quinta liberdade.
A rota aérea comercial regular mais longa do mundo com uma escala em 2025 liga Xangai a Buenos Aires, com parada em Auckland. O percurso totaliza 10.627 milhas náuticas (19.680 km).
O voo é operado pela China Eastern Airlines, terceira maior companhia aérea da China, também com controle estatal. A operação é realizada com o Boeing 777-300, que conta com seis assentos na primeira classe, 52 de classe executiva e 258 na econômica, somando capacidade para 318 passageiros.
Embora ambas as rotas tenham forte componente geopolítico, há fatores comerciais relevantes. O tráfego entre América do Sul e Oceania vem crescendo, com operações já consolidadas da Latam Airlines entre Santiago e Auckland, Melbourne e Sydney, além da Qantas na rota Sydney–Santiago.
No eixo China–Nova Zelândia, a China Eastern mantém presença consistente. A companhia já opera outro voo entre Xangai e Auckland com o Airbus A330, enquanto a utilização adicional do 777-300 amplia a oferta de assentos e introduz cabine de primeira classe.
Aeromovel amplia operação no aeroporto de Guarulhos com dois veículos, superando 120.000 passageiros transportadosO sistema…
As novas regras para operações de empréstimo consignado com desconto na folha de pagamento de…
Revista Advogados: lançamento da 13ª edição Fonte
SÃO PAULO – A movimentação na WTM Latin America 2026 aumentou ao longo desta terça-feira…
A Vibra Energia (VBBR3) concluiu nesta terça-feira (14) a alienação da totalidade das ações que…
O rapper americano Kanye West adiou um show que estava programado para a cidade francesa…