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relembre a linha do tempo da liderança da operadora

relembre a linha do tempo da liderança da operadora

Ao longo dos últimos anos, a CVC viveu uma intensa movimentação em seu comando executivo. Em meio a desafios como a pandemia, reestruturações internas e a retomada do crescimento, a operadora teve diferentes perfis de liderança à frente do negócio. Hoje, Fabio Mader substitui Fabio Godinho após 3 anos de gestão. Relembre quem foram os últimos quatro CEOs que marcaram a história recente da companhia mais importante do Brasil.

Os últimos CEOs da CVC:

  1. Fabio Mader (2026 – atual)
    Prata da casa, Mader chega ao cargo máximo da companhia após quase 15 anos de atuação somada na CVC Corp. Assume com a missão de dar continuidade ao processo de transformação, fortalecer a operação e impulsionar uma nova fase de crescimento.
  2. Fabio Godinho (2023 – 2026)
    Esteve à frente da empresa em um período de reorganização e estabilização pós-pandemia. Trabalhou na recuperação operacional e no reposicionamento estratégico da marca no mercado. O homem do ‘turnaround’.
  3. Leonel Andrade (2020 – 2023)
    Comandou a CVC durante o momento mais crítico da história recente do turismo: a pandemia da Covid-19. Liderou uma profunda reestruturação, com foco em eficiência, redução de custos e revisão do modelo de negócios.
  4. Luiz Fernando Fogaça (2019 – 2020)
    Assumiu em meio a uma crise institucional e financeira, marcada por problemas contábeis e de governança. Sua gestão foi curta, mas decisiva para iniciar o processo de reorganização interna.

Com diferentes perfis e desafios, esses executivos ajudaram a moldar os rumos da CVC em uma das fases mais dinâmicas de sua história, marcada por crises, reinvenção e busca por um novo ciclo de crescimento sustentável. Agora, Mader apostará numa estratégia estruturada em cinco pilares interconectados.

Quais serão os pilares da gestão de Mader na CVC?

  1. Foco no cliente, com o fortalecimento de uma jornada integrada de ponta a ponta. A companhia adota uma visão B2B2C, buscando unificar as experiências B2C e B2B e garantir consistência ao cliente final, independentemente do canal de compra, lojas, site, aplicativo ou agências parceiras.
  2. Omnicanalidade, com a tecnologia atuando como habilitadora da experiência, e não como um fim em si mesma. A nova gestão aprofunda a integração entre canais físicos e digitais, preservando a assistência humana que caracteriza o turismo.
  3. Rentabilidade, com ênfase no desempenho das lojas atuais (same-store sales). A prioridade passa a ser a otimização das operações existentes, garantindo crescimento mais sustentável e lucrativo.
  4. Desenvolvimento de pessoas e transformação cultural como um processo contínuo, orientado à digitalização e à modernização dos processos, com uso estratégico das soluções digitais para geração de resultados, tendo como objetivos centrais a capacitação e o preparo das pessoas nessa etapa.
  5. Por fim, o quinto pilar é a desalavancagem financeira contínua, mantendo disciplina rigorosa na gestão do balanço, com redução progressiva do endividamento e maior rentabilidade dos produtos e operações.



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