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Rato gigante a bordo faz KLM cancelar voo no Caribe

Rato gigante a bordo faz KLM cancelar voo no Caribe

Um voo da KLM foi cancelado após um rato gigante ter sido encontrado na cabine de passageiros

Cerca de 250 passageiros ficaram retidos no Caribe, na última quarta-feira (10), após um rato ter sido encontrado circulando pela cabine de passageiros de um Airbus A330-200 da KLM.

O incidente ocorreu em um voo que partiu de Amsterdã com destino a Aruba, com continuação prevista para Bonaire. Segundo a companhia aérea, o roedor foi encontrado durante o voo e a aeronave de matrícula PH-AOE seguiu até Aruba, onde teve a operação suspensa.

Detecção em voo e retirada de serviço

Após o pouso, o avião passou por procedimentos de segurança, sem realizar o voo de retorno. Vídeos gravados por passageiros e divulgados nas redes sociais mostraram o rato se deslocando pela cabine, inclusive ao longo do trilho da cortina superior.

Cancelamento e impacto operacional

Por conta do ocorrido, a companhia informou que a aeronave não poderia voltar à operação comercial até que fosse integralmente limpa e inspecionada. O voo de retorno, programado para quinta-feira (11), foi cancelado.

Captura do animal e inspeções

Segundo o jornal holandês De Telegraaf, o rato permaneceu solto na aeronave por mais de 24 horas. Equipes de solo conseguiram capturar o roedor somente muito tempo depois de ter sido visto pela primeira vez. Na sequência, foram feitos serviços de descontaminação, de limpeza e de inspeções técnicas.

Em nota, a KLM disse que “a segurança de passageiros e tripulação foi o fator determinante para o cancelamento do voo” e que a aeronave somente retornaria à operação após a conclusão de todas as verificações exigidas.

Riscos à segurança e à biossegurança

A presença de roedores a bordo é tratada como risco crítico na aviação, devido à possibilidade de danos a fiação elétrica, ao isolamento térmico e aos cabos de comando, o que pode causar falhas em instrumentos, alertas indevidos ou perda de redundância em sistemas essenciais.

Além dos riscos técnicos, há preocupações sanitárias e de biossegurança, já que urina e fezes podem contaminar superfícies da cabine e compartimentos internos.

Protocolos internacionais determinam que a descoberta de um animal não controlado exige a imediata retirada de operação da aeronave, seguida por inspeções completas, antes de colocá-la novamente para o transporte de passageiros.





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