Após um atraso de 24h, o alpinista americano Alex Honnold superou mais uma missão digna de cinema. Neste domingo (25), ele escalou o Taipei 101, prédio de 508 metros de altura em Taipé, capital de Taiwan. Tudo sem cordas ou equipamentos de segurança.
A transmissão feita pela Netflix (NFLX34) dava a dimensão do risco: a plataforma de streaming anunciou que haveria um delay no ao vivo para o caso de um cenário trágico. A escalada, que ocorreria no sábado (24), foi adiada em função do clima.
Em 1h30, Honnold se tornou a segunda pessoa a completar a escalada — mas a primeira a fazê-lo sem equipamentos de segurança. Em 2019, o alpinista já havia se tornado famoso quando o documentário “Free Solo”, sobre sua escalada do penhasco de granito El Capitan, de 915 metros, levou o Oscar
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Uma aventura como a de Honnold não custa barato, mas o próprio alpinista reforça que os valores nem se comparam aos recebidos por atletas de alto rendimento em outras modalidades.
Em uma entrevista ao New York Times, Honnold afirmou que a Netflix pagou algo na casa das “mid-six figures”, termo em inglês para se referir a valores próximos aos US$ 500 mil.
“Na verdade, se você comparar com o cenário dos esportes tradicionais, é uma quantia vergonhosamente pequena”, disse ao jornal. “Sabe, jogadores da Major League Baseball recebem contratos de 170 milhões de dólares. Tipo, alguém de quem você nunca ouviu falar e com quem ninguém se importa.”
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