Falhas na fiação identificadas no Boeing 737 MAX podem atrasar entregas no primeiro trimestre
A Boeing disse na última terça-feira (10), que parte das entregas do 737 MAX pode sofrer atrasos no primeiro trimestre de 2026 devido à necessidade de retrabalho relacionado a falhas na fiação.
Segundo o fabricante à agência Reuters, arranhões em cabos elétricos foram identificados em um grupo de aeronaves em produção, exigindo correções antes da entrega aos clientes.
A empresa acrescentou que o problema decorre de um erro de usinagem que provocou pequenos danos nos fios. Apesar da intervenção técnica, a linha de produção das aeronaves de corredor único segue operando no ritmo atual.
De acordo com o fabricante norte-americano, equipes técnicas estão realizando correções em aeronaves ainda na fase de produção para eliminar os danos identificados na fiação. “Nossos programas do 737 estão realizando retrabalho em um grupo de aviões para corrigir fios que apresentam pequenos arranhões decorrentes de um erro de usinagem”, disse.
A empresa não detalhou quantas aeronaves foram afetadas nem se o problema teve origem em fornecedores ou em processos internos da própria fabricante.
Mesmo com o retrabalho, a produção da família 737 MAX permanece no ritmo atual de 42 aeronaves mensais. O programa do jato de fuselagem estreita — categoria que inclui aeronaves de corredor único utilizadas em rotas de curta e média distância — continua sendo o principal volume industrial do fabricante.
A Boeing planeja elevar gradualmente esse ritmo ao longo de 2026. A meta inicial é atingir 47 aeronaves mensais ainda este ano, movimento associado à abertura de uma quarta linha de montagem no complexo industrial da empresa em Everett, nos Estados Unidos.
No médio prazo, o plano industrial prevê ampliar a produção para até 63 jatos por mês nos próximos anos.
O fabricante disse ainda que comunicou formalmente a ocorrência à agência federal de aviação civil dos Estados Unidos (FAA), além de notificar companhias aéreas clientes. Segundo a empresa, as aeronaves já em operação não apresentam riscos associados ao problema identificado.
Apesar dos possíveis atrasos nas entregas durante o primeiro trimestre, o fabricante indicou que o impacto esperado é limitado e não compromete o planejamento anual. A empresa mantém a expectativa de entregar mais de quinhentas aeronaves da família 737 MAX ao longo de 2026.
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