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PIB da Argentina registra alta de 4,4% em 2025

A economia da Argentina cresceu 4,40% em 2025 em comparação com o ano anterior, informou nesta sexta-feira o INDEC, órgão de estatísticas do país, um pouco abaixo da estimativa dos analistas, de 4,45%.

Essa foi a primeira alta do PIB sob a gestão do presidente Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023. É também a primeira alta desde 2022, ano em que o país cresceu 6%, durante o governo de Alberto Fernández.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina cresceu 2,1% no período de outubro a dezembro em comparação com o mesmo período de 2024, ficando ligeiramente abaixo da estimativa dos analistas de 2,2% e também abaixo dos 2,6% registrados um ano antes.

O PIB da terceira maior economia da América Latina também cresceu 0,6% em comparação com o trimestre anterior, em termos ajustados sazonalmente, segundo a agência.

Os dados marcam o segundo trimestre consecutivo de crescimento em relação ao trimestre anterior e o quinto de expansão em relação ao ano anterior.

De acordo com dados da INDEC, o PIB anual contraiu 1,3% no geral em 2024.Até 2025, a agricultura e a pecuária, a mineração e a extração de pedreiras e os serviços financeiros lideraram o crescimento, observou a INDEC, enquanto a administração pública, os serviços sociais e de saúde, os setores domésticos e a pesca registraram queda na produção.

A atividade industrial desacelerou em 2024, devido às duras medidas de austeridade introduzidas pelo presidente libertário Javier Milei para combater a inflação, que afetaram as empresas.

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No entanto, a produção se recuperou no final daquele ano e apresentou crescimento positivo ao longo de 2025.

Economistas preveem que o PIB da Argentina volte a crescer em 2026. Uma pesquisa recente do Banco Central da Argentina constatou que os analistas projetam, em média, um crescimento de 3,4% para este ano.

Das 17 segmentações analisadas, 13 registraram alta anual no período. Em destaque, estão os setores de intermediação financeira agricultura (+17,2%), agricultura (+16,1%) e pesca (+10,6%).

Na outra ponta, a área de indústria manufatureira caiu 5% e o de comércio atacadista, varejista e serviços de reparo recuou 2,2%.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)



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