Segundo a PF, “não é possível eliminar ou reduzir significativamente esse ruído por meio de medidas simples, ou pontuais”
A Polícia Federal (PF) informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que “não é possível eliminar ou reduzir significativamente” o ruído do ar-condicionado relatado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Sala de Estado-Maior onde ele está custodiado.
Em ofício enviado ao STF nesta quarta-feira, 7, a corporação explicou que o local fica “adjacente a áreas técnicas destinadas à instalação e ao funcionamento de equipamentos do sistema de climatização do edifício”, o que gera barulho constante no ambiente.
Segundo a PF, “não é possível eliminar ou reduzir significativamente esse ruído por meio de medidas simples, ou pontuais”. A corporação afirma que qualquer intervenção efetiva exigiria “ações complexas de infraestrutura” e a “paralisação total do sistema de climatização por período prolongado”.
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Ainda de acordo com o documento, essa interrupção causaria “prejuízo à continuidade dos trabalhos ordinários” da Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.
A PF também descartou a transferência do ex-presidente para outro espaço, afirmando que “não há, no momento, alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional” para a instalação de uma Sala de Estado-Maior em outro local.
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