Os militares americanos agora precisam obter aprovação prévia antes de discutir assuntos estratégicos com o Congresso. A determinação foi feita pelo gabinete do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, e contém uma ampla lista de pontos considerados “sensíveis”, como os ataques militares recentes feitos pelos Estados Unidos contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na América Latina.
A orientação foi emitida após a confusão em torno de um memorando inicial de Hegseth que proibia todo o pessoal do Departamento de Defesa, incluindo comandantes, de falar com o Congresso ou legisladores estaduais, a menos que tivessem recebido aprovação prévia, como informou a CNN.
O deputado republicano Don Bacon afirmou que a política representava “mais uma manobra amadora” do secretário, que estava fazendo com que os militares “tivessem medo de se comunicar” com os legisladores.
“Fui comandante por cinco vezes e nossa liderança queria que interagíssemos com membros do Congresso”, escreveu em sua conta na rede social X, antigo Twitter.
O mandato de Hegseth tem sido marcado por vazamentos, por isso ele tenta controlar de forma rigorosa as informações desde o início do ano. Isso incluiu uma exigência de aprovação para a imprensa divulgar informações sensíveis, ameaçando jornalistas da perda de credenciais para cobertura sobre as Forças Armadas.
O petróleo opera em forte valorização nesta quarta-feira (4), ampliando os fortes ganhos dos últimos…
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Aracaju (SMTT),…
Alessandro Monteiro, CEO do RioGaleão – Evento discute expansão aérea nas Américas com foco em…
Mais de R$ 102 mil foram arrecadados pelo governo federal nos leilões de terminais pesqueiros…
Uma piada interna no mundo da música sertaneja sobre o cantor e compositor Henrique Casttro,…
A Uber anunciou o lançamento do Uber Aurora, serviço especial para observação da aurora boreal…