O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, por ter aceitado a missão de ser candidato ao governo de São Paulo. Disse ter conversado com o ministro que “a situação política do mundo é tão grave” que não se lançar poderia significar entregar o País para o que ele chamou de “fascistas”.
“Eu tive uma conversa com o Haddad mostrando o seguinte: a situação política do Brasil, ela é tão grave, a situação política do mundo é tão grave, que, se a gente não pegar as melhores pessoas que a gente tem, em cada cidade e cada Estado, e a gente não resolver fazer a luta para defender a democracia, nós corremos o risco de, por omissão, entregar a democracia outra vez aos fascistas que, durante tão pouco tempo, governaram esse País, mas fizeram um estrago muito grande”, disse, em evento em São Bernardo do Campo nesta quinta-feira, 19.
“Para minha alegria, o companheiro Haddad resolveu outra vez colocar o nome dele à disposição para ser candidato a governador do Estado de São Paulo”, disse.
Lula disse que Haddad “vai ser o futuro governador de São Paulo” e que ele é “o ministro da Fazenda mais exitoso que esse País já teve”.
“Primeiro, porque ele está muito mais que preparado para isso. Segundo, porque ele já é o ministro da Fazenda mais exitoso que este País já teve. Obviamente que a gente não conseguiu tudo o que a gente queria, porque normalmente a gente nos compara com as aspirações daquilo que a gente mais quer. Mas não é assim que a gente faz política”, declarou.
Lula disse que a “capacidade negocial” de Haddad com o Congresso foi “acima da média”. “Se você fosse um técnico de futebol e a gente fosse fazer uma avaliação do porcentual de vitória da sua passagem pelo nosso time, você chegou a quase 80% de vitória. Não é pouca coisa”, declarou.
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O presidente afirmou que “a situação econômica é boa, mas a percepção da sociedade ainda não é boa” e que é preciso “fazer mais”.
O evento está sendo realizado no Sindicato dos Metalúrgicos, em São Bernardo do Campo. Lula disse que o local é simbólico, porque representa “o início de trajetória política que ajudou a construir o País e a luta pela democracia”. Também falou que o local “tem a ver com minha vida do começo ao fim” e que a “democracia era exercida no sindicato em sua plenitude”, culminando na criação do PT.
Lula participou do anúncio da candidatura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao governo de São Paulo. O ministro deve deixar a pasta nesta sexta-feira, 20, para focar apenas na campanha ao Palácio dos Bandeirantes.
Além de Lula e Haddad, participam do pronunciamento o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o presidente do diretório estadual do PT, deputado federal Kiko Celeguim.
Haddad foi convencido por Lula a disputar o governo de São Paulo, após o ministro transmitir a vontade de comandar a campanha do petista à reeleição. O presidente quer ter um palanque forte em São Paulo por entender que é preciso conquistar votos no maior colégio eleitoral do País para conseguir vencer o principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
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