Em meio à crise provocada pela condução das investigações do caso Banco Master no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, enviou uma série de recados em uma nota divulgada na noite de quinta-feira.
No texto, Fachin defende a atuação do tribunal, respalda o ministro Dias Toffoli e rebate críticas que vêm sendo feitas por investigadores, setores da classe política e parte da opinião pública, enquanto reforça alguns pontos como a legitimidade da Polícia Federal, o papel do Ministério Público e a autonomia do Banco Central.
Ao tratar dos impactos sobre o sistema financeiro, Fachin afirma que “a Constituição da República atribui ao Banco Central do Brasil o dever jurídico de assegurar a estabilidade do sistema financeiro” e que tais competências “devem ser exercidas com plena autonomia e sem ingerências indevidas”.
Fachin reforça que “a atuação da Polícia Federal é igualmente indispensável”, sobretudo na apuração de crimes como “gestão temerária, fraude financeira, manipulação de informações, lavagem de dinheiro”.
Ao mencionar que cabe à Procuradoria-Geral da República “promover a persecução penal e controlar a legalidade das investigações”, Fachin reforça o papel constitucional do Ministério Público.
No trecho mais sensível da nota, Fachin afirma que o STF atua na “regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito dessa Suprema Corte pelo ministro relator, Dias Toffoli”.
Continua depois da publicidade
Fachin registra que o Tribunal Pleno está em recesso e que, nesse período, “matérias urgentes são apreciadas pela Presidência ou pelo Relator, nos termos regimentais”.
O ministro também ressalta que Alexandre de Moraes exerce regularmente a Presidência e que as decisões tomadas serão submetidas ao colegiado, reforçando que “a colegialidade é método”.
Ao tratar das críticas à condução do processo, Fachin afirma que “eventuais vícios ou irregularidades alegados serão examinados nos termos regimentais e processuais”. Em seguida, acrescenta: “A Presidência não antecipa juízos, mas tampouco se furta a conduzi-los”.
Fachin afirma que “o Supremo Tribunal Federal não se curva a ameaças ou intimidações”. Segundo ele, quem tenta “desmoralizar o STF para corroer sua autoridade” está atacando “o próprio coração da democracia constitucional”.
Djavan retorna às novelas depois de mais de 50 anos para uma participação especial em…
Quando o poder treme, não são apenas presidentes que caem: casamentos, amizades e carreiras entram…
São Paulo (SP) — Em um cenário marcado por instabilidade internacional, ano eleitoral e Copa…
Os fundos imobiliários RZAK11 (Riza Akin), SNCI11 (Suno Recebiveis), AFHI11 (AF Invest CRI) lideram os…
Em “Mamma Mia!”, dirigido por Phyllida Lloyd, Amanda Seyfried vive Sophie, uma jovem que está…
DA REDAÇÃO com assessoriasO Brasil concentra cerca de 98,5% das ações judiciais movidas contra companhias…