DA REDAÇÃO
Para Kátia Finatto, gerente operacional do hotel há quatro anos, foi esse momento de ruptura que impulsionou a transformação. “Acreditamos que, por vezes, é necessário um evento impactante para impulsionar uma renovação e um recomeço efetivo”, afirmou. O que antes estava em planejamento — uma grande reforma no térreo — foi catalisado pela força das águas, obrigando a equipe a agir com rapidez e precisão.
A enchente, que submergiu partes inteiras do prédio, forçou a substituição de estruturas inteiras. Kátia explica que o jardim, por exemplo, ficou coberto por um metro e meio de água durante 20 dias. “Todo o mobiliário ali disposto — mesas, cadeiras, sofás — precisou ser substituído. É tudo novo”, revelou. E não foi apenas o térreo: equipamentos essenciais como o gerador, a caldeira, elevadores, central telefônica e televisores foram perdidos, por estarem instalados no subsolo.
A área mais afetada foi a segunda torre, nos fundos do terreno, onde se concentram os equipamentos técnicos. “Tivemos que reestruturar tudo, adquirir uma vasta gama de equipamentos novos. Foi um prejuízo expressivo, mas contamos com uma administração extremamente organizada e eficiente para liderar esse processo”, afirmou a gerente. O valor total da reforma não foi divulgado.
Ainda que o fenômeno metereológico tenha mudado os planos originais — a reforma dos apartamentos era a primeira meta antes da enchente —, a nova ordem acabou gerando frutos antes do esperado. “Realizamos a reforma do térreo primeiro e, atualmente, estamos finalizando a área de lazer. A seguir, os apartamentos entram em reforma. Estamos totalmente focados em aprimorar continuamente nossos serviços, visando proporcionar mais conforto e funcionalidade.”
As melhorias não pararam por aí. Uma das entregas mais simbólicas foi a da nova piscina no décimo andar, que se somou à modernização da academia, inaugurada na semana que a reportagem esteve no hotel. “Estamos atentos a cada detalhe. Nosso compromisso é com a excelência em hospitalidade”, afirmou Kátia.
Com 51 anos de história e localização estratégica junto à rodoviária de Porto Alegre, o Hotel Ritter faz parte da paisagem urbana e da memória afetiva da cidade. E como símbolo de resistência, ele se reposiciona como espaço híbrido, capaz de acolher tanto o público corporativo quanto o de lazer.
Eventos
No segmento de eventos, o hotel dispõe de 12 salas de reunião e conferência, além de três restaurantes. “Comumente sediamos congressos, feiras, palestras, cursos e também eventos sociais e empresariais. Podemos atender simultaneamente até 800 pessoas”, explica. Os restaurantes, com capacidades que variam entre 70 e 150 pessoas, tornam-se palco ideal para confraternizações e formaturas no fim do ano.
Sobre o perfil dos hóspedes, há uma clara dualidade. De segunda a sexta-feira, predomina o público executivo; aos fins de semana, famílias e turistas ganham espaço. “Temos apartamentos familiares, uma praça infantil ao lado do jardim e a piscina, o que nos diferencia da maioria dos hotéis de Porto Alegre”, destaca. Além de atrair quem visita shows e eventos, o hotel é ponto estratégico para quem segue viagem à Serra Gaúcha — Gramado, Canela e Bento Gonçalves.
Como o grão que morre e frutifica
No novo ciclo que se desenha, o Hotel Ritter transforma a dor em força, a perda em renovação. Como o grão que cai, morre e frutifica, o hotel escreve, agora, uma das páginas mais resilientes e férteis de sua trajetória.
RITTER HOTEL
COMO CHEGAR:
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