Departamento de Defesa dos EUA confirma nova pintura vermelho, branco, dourado e azul-escuro para os futuros Boeing 747-8 do programa VC-25B
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou ontem (18), que as futuras aeronaves presidenciais, conhecidas como Air Force One, adotarão uma nova pintura nas cores vermelho, branco, dourado e azul-escuro, alinhada a um conceito defendido pelo presidente Donald Trump.
A mudança será aplicada às aeronaves que substituirão a atual frota baseada no Boeing 747-200, em operação desde o fim da década de 1980.
O novo esquema visual será incorporado a:
As aeronaves modificadas integram o programa VC-25B, destinado a substituir os atuais 747-200 que assumem o indicativo de chamada “Air Force One” quando o presidente dos Estados Unidos está a bordo.
Renderizações divulgadas pela Força Aérea mostram fuselagem superior branca combinada a tons mais escuros na parte inferior, com detalhes em vermelho e dourado. As imagens coincidem com um modelo anteriormente exibido no Salão Oval.
A atual pintura em azul-claro e branco foi introduzida durante a administração de John F. Kennedy (1961-1963) e permanece como padrão visual da aeronave presidencial há mais de seis décadas.
Em 2018, durante seu mandato, Donald Trump determinou a adoção de uma paleta mais escura e contrastante. Na ocasião, uma revisão interna da Força Aérea concluiu que o uso de tintas mais escuras poderia elevar custos de ciclo de vida e gerar atrasos na entrega das aeronaves. Em 2023, sob a administração de Joe Biden, o plano foi revertido.
A confirmação atual representa a maior alteração visual no Air Force One desde a década de 1960, condicionada à entrega final das aeronaves modificadas.
A Boeing é responsável pela conversão dos 747-8 em plataformas presidenciais, incluindo:
As modificações transformam o jato comercial de grande porte em uma plataforma estratégica de comando aéreo, apta a operar em cenários de crise.
A mudança de pintura ocorre em paralelo a desafios estruturais no programa VC-25B, incluindo atrasos na cronologia de entrega e complexidade técnica das modificações.
Em paralelo, Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, aceitou formalmente, em maio, um Boeing 747 de luxo proveniente do Qatar para possível uso governamental. A aeronave requer adaptações extensivas de segurança antes de qualquer emprego oficial.
O secretário da Força Aérea, Troy Meink, afirmou que as modificações necessárias custariam menos de US$ 400 milhões (R$ 2,08 bilhões), sem detalhar a alocação orçamentária.
Embora predominantemente estética, a alteração da pintura do Air Force One está inserida em um contexto mais amplo que envolve:
O novo esquema cromático deverá entrar em operação apenas após a conclusão do processo de conversão dos 747-8.
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