Agência espacial norte-americana incorpora dois caças F-15 ao seu programa de pesquisas em voo supersônico
A NASA anunciou ontem (15), a incorporação de dois caças F-15 ao seu programa de pesquisas em voo supersônico, após a transferência das aeronaves pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF).
As unidades chegaram na Base Aérea de Edwards, no estado da Califórnia, em 22 de dezembro e a incorporação somente foi anunciada agora.
Os dois F-15 haviam sido retirados de serviço operacional pela USAF e, antes disso, integravam o 173rd Fighter Wing da Oregon Air National Guard, baseado no estado do Oregon. Após a desativação militar, as aeronaves foram repassadas à NASA para conversão em plataformas de pesquisa.
A NASA utiliza o F-15 como aeronave de pesquisa desde 1976, quando recebeu seu primeiro par de F-15A. Posteriormente, a agência incorporou outros três exemplares — dois F-15B e um F-15D.
O F-15 é considerado adequado para missões de pesquisa em alta velocidade e grande altitude. A aeronave permite a realização de testes a até 60.000 pés, superando o envelope de voo previsto para o X-59, novo avião experimental da NASA, projetado para operar até 55.000 pés.
O X-59 é o principal elemento da missão Quesst (Quiet SuperSonic Technology), programa voltado ao desenvolvimento de tecnologias de voo supersônico com redução significativa do estampido sônico.
A missão Quesst busca avançar no conceito de voo supersônico com “low boom”, tecnologia que visa mitigar o impacto acústico gerado na quebra da barreira do som. Essa abordagem também vem sendo explorada por empresas privadas como Boom Supersonic e Spike Aerospace, com foco em viabilizar, no futuro, operações comerciais supersônicas sobre áreas continentais.
O interesse renovado pelos Estados Unidos em voos supersônicos civis tem sido acompanhado por propostas legislativas para flexibilizar restrições históricas. Em junho, o presidente Donald Trump assinou uma ordem executiva que estabeleceu bases regulatórias para o eventual retorno da aviação civil supersônica no país.
Além do desempenho em altitude e velocidade, o F-15 oferece elevada distância do solo e capacidade de transporte de cargas externas. Essas características permitem a instalação de sensores, instrumentação científica e equipamentos de teste sob as asas e na fuselagem central.
A NASA também destacou a possibilidade de modificar sistemas eletrônicos e softwares de bordo para adequar as aeronaves às novas missões de pesquisa.
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