Embora a primeira entrevista de Fabio Mader como CEO da CVC não tenha abordado diretamente e com profundidade temas como mudanças de cargos, demissões ou contratações, um ponto já está bem estabelecido dentro da companhia: qualquer movimentação futura será feita com cautela, escuta ativa e alinhamento cultural.
Não há definições fechadas neste momento, nem anúncios iminentes. O foco, agora, é entender profundamente a estrutura antes de promover qualquer ajuste.
Mader deixou claro que sua prioridade é a valorização das pessoas, colaboradores e clientes, que passam a ser o centro das decisões estratégicas e dos investimentos. Isso vale tanto para processos quanto para lideranças. A construção do novo ciclo da CVC não parte de rupturas, mas de evolução.
Dentro desse contexto, uma diretriz começa a ganhar força: a ampliação da presença feminina em posições de liderança. Fabio Mader tem a preferência clara por um Comitê Executivo mais diverso, com mais mulheres ocupando cargos estratégicos e se reportando diretamente a ele. Trata-se menos de uma política de cotas e mais de uma visão de futuro sobre como uma empresa moderna deve ser liderada.
A escolha reflete a crença de que diversidade não é apenas uma pauta social, mas uma vantagem competitiva. Times plurais tomam decisões melhores, entendem o consumidor com mais profundidade e constroem culturas organizacionais mais saudáveis. Para Mader, a transformação que a CVC precisa viver passa inevitavelmente pela transformação das pessoas que a lideram.
Ao optar por manter, de forma interina neste momento, a vice-presidência que ocupava anteriormente, Mader reforça esse momento de observação e diagnóstico. Ele quer conhecer cada detalhe da estrutura, entender as dinâmicas internas e ouvir os times antes de definir qualquer mudança mais profunda. É um movimento de construção, não de ruptura.
“A transformação começa no mindset”.
Nos bastidores, a mensagem é clara: não haverá decisões apressadas. Mas haverá decisões com propósito. E dentro desse propósito, diversidade e inclusão ocupam lugar central. A ampliação do espaço para mulheres na liderança é vista como parte natural do amadurecimento da companhia e do reposicionamento cultural que ele pretende promover.
Mais do que anunciar nomes ou cargos, o novo CEO sinaliza um estilo de gestão: humano, atento às pessoas, aberto ao diálogo e comprometido com uma CVC mais plural, representativa e alinhada às práticas modernas de governança. Se hoje nada está definido no papel, uma coisa já está definida na visão: o futuro da CVC passa por lideranças mais diversas, mais colaborativas e mais conectadas com o mundo real.
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