O novo pedido de prisão domiciliar foi apresentado nesta quarta-feira (31), às 17h09. Nele, os advogados requeriam que o ex-presidente fosse para sua casa imediatamente após a alta hospitalar. No entanto, ao avaliar a solicitação, o ministro Alexandre de Moraes considerou que a defesa não apresentou “fatos supervenientes que pudessem afastar” as razões para a manutenção da prisão em regime fechado.
O ministro também destacou que, “diferentemente do alegado pela defesa”, a condição de saúde de Bolsonaro não se agravou, mas sim houve um “quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentindo, após a realização de novas cirurgias eletivas”. O ex-presidente passou por uma série de procedimentos nos últimos dias em seu nervo frênico, com o objetivo de amenizar suas crises recorrentes de soluços.
Moraes também ressaltou que todas as prescrições médicas indicadas como necessárias “podem ser integralmente realizadas na PF, “sem prejuízo à saúde” de Bolsonaro. Ainda não há previsão de horário para a alta do ex-presidente.
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