As eleições legislativas da Argentina, realizadas neste domingo (26), confirmaram uma vitória expressiva para o governo de Javier Milei, que conseguiu consolidar sua coalizão, La Libertad Avanza (LLA), como principal força política do país.
Com 91% das urnas apuradas, os dados do Diretório Nacional Eleitoral (DINE) indicam que a LLA obteve 40,84% dos votos, o equivalente a 64 deputados, contra 24,5% da coligação peronista Fuerza Patria (FP) e 5,12% da aliança Provincias Unidas (PU). A Frente de Izquierda (FIT) somou 3,71% e três cadeiras.
De acordo com Sol Azcune, analista política da XP, o resultado “superou até as projeções mais otimistas do governo e representa uma vitória decisiva para Milei, que agora tem condições de aprofundar sua agenda liberal com maior estabilidade institucional”.
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A analista ressalta que a La Libertad Avanza foi a única coalizão com presença nacional efetiva, apresentando candidatos em todas as províncias, o que ampliou sua vantagem em relação à oposição, especialmente ao peronismo, que enfrentou fragmentação interna.
O resultado também reforça a polarização política no país, com a concentração do voto nos dois principais blocos e o enfraquecimento das forças regionais, especialmente a recém-formada aliança Provincias Unidas, que sai das urnas sem capilaridade nacional.
Segundo a análise, a LLA deve alcançar mais de 108 deputados, garantindo um terço confortável da Câmara dos Deputados, número suficiente para proteger vetos e decretos presidenciais e se aproximar da maioria de 130 votos necessária para aprovar reformas estruturais.
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A analista destaca ainda que o novo equilíbrio de forças no Legislativo será determinante para o tom político nas próximas semanas, à medida que o governo entra em uma nova fase de negociações para formar maiorias e sustentar suas metas fiscais.
O Executivo já indicou que pretende priorizar reformas tributária e trabalhista, voltadas à simplificação do sistema fiscal e à maior flexibilidade nas relações de trabalho, alinhadas aos compromissos assumidos com o Fundo Monetário Internacional (FMI).
O novo cenário posiciona o governo Milei de forma mais favorável para as negociações no Congresso e marca o início de uma etapa de consolidação política após o primeiro ano de mandato.
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