O mini-índice (WING26) fechou a última sessão (22/01) em forte alta de 2,19%, aos 177.360 pontos, ampliando o movimento comprador observado nos últimos pregões. O Ibovespa voltou a renovar recordes, impulsionado por um ambiente externo mais favorável e pela forte entrada de capital estrangeiro no Brasil. O alívio geopolítico — após Donald Trump recuar na retórica sobre tarifas contra a Europa e sinalizar menor tensão na questão da Groenlândia — reduziu a aversão ao risco global. Nos EUA, dados econômicos vieram sólidos, com PIB acima do esperado, PCE sem surpresa relevante e pedidos de seguro-desemprego estáveis, sustentando altas em Wall Street e favorecendo a rotação para mercados emergentes.
No cenário doméstico, o fluxo comprador seguiu intenso, com destaque para bancos e Vale, enquanto o dólar e os juros futuros recuaram, melhorando as condições financeiras locais. O noticiário político-eleitoral também ajudou a sustentar o apetite por risco. Para os traders de mini-índice, o dia reforça um ambiente de tendência forte no curto prazo, com volatilidade elevada e atenção a possíveis ajustes técnicos diante do movimento acelerado de alta.
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Nos 15 minutos, observo um fechamento com forte movimento comprador, com o índice negociando entre as médias de 9 e 21 períodos. Para que o fluxo de alta tenha continuidade, será necessária a superação de 177.680/178.720, o que pode destravar alvos em 179.060/179.710, com projeção mais longa em 180.070/180.480.
Por outro lado, uma perda da região de 176.815/176.060 tende a reforçar um movimento corretivo, abrindo espaço para teste de 175.400/174.840 e, em extensão, 174.020/173.460.
No gráfico diário, o mini-índice deixou um candle forte de alta, ainda que com sombra superior, sinalizando presença de realização pontual. O ativo segue acima das médias móveis, agora com afastamento considerável, o que eleva a probabilidade de ajustes no curto prazo. Para continuidade da alta, será fundamental o rompimento de 179.710/180.485, com objetivo inicial em 181.770/182.590.
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Já um movimento corretivo mais amplo passa pela perda de 173.350/170.090, com suportes mais abaixo em 169.550/167.795. O IFR (14) avança para 75,77, caracterizando região de sobrecompra.
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A perda de 176.815/174.545 pode abrir espaço para correção em direção a 173.350/171.575 e, em um cenário mais estendido, 169.550/168.080.
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Na ponta compradora, a superação de 178.500/179.710 mantém o fluxo altista ativo, com projeções em 180.485/181.025 e, posteriormente, 181.550/181.770.
(Rodrigo Paz é analista técnico)
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