O USS Gerald R. Ford, considerado o maior porta-aviões do mundo, foi avistado na sexta-feira (20) navegando em águas próximas a Gibraltar, no norte da África, a caminho da Ásia Ocidental. As imagens distribuídas em redes sociais aumentam a tensão e a possibilidade de um ataque dos Estados Unidos ao Irã.
A expectativa é que a embarcação se junte ao USS Abraham Lincoln, outro porta-aviões que está atualmente posicionado no Mar Arábico, a aproximadamente a 150 a 300 milhas da costa de Omã.
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Segundo o site Político, quando o Gerald R. Ford e seus três contratorpedeiros de escolta chegarem à região, os EUA terão reunido 17 navios de guerra, uma parte significativa da frota de 68 navios embarcações em operação em águas internacionais, segundo dados do Instituto Naval dos EUA. Como comparação, o site informou que cerca de 14 navios estavam no Caribe pouco antes da operação na Venezuela para capturar Nicolás Maduro.
Além do acréscimo à frota naval, são considerados como indícios de preparação dos EUA para uma guerra a evacuação de centenas de tropas da Base Aérea de Al Udeid, no Catar, e da Quinta Frota da Marinha dos EUA no Bahrein, segundo um relatório publicado pelo do The New York Times.
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Nos Estados Unidos, cresce a preocupação interna da escalada dos custos das operações militares. O site Político citou uma estimativa da ex-controller do Pentágono Elaine McCusker, –atualmente no conservador American Enterprise Institute – de que a capacidade militar dos EUA adicionada à região desde o final de dezembro já custou algo entre US$ 350 milhões a US$ 370 milhões. O Pentágono não comentou essas cifras.
O principal motor, disse ela ao site, é o movimento e a operação das forças navais, incluindo navios redirecionados ou impulsionados para a região. Esses custos decorrem principalmente do combustível, tempo de trânsito, operações da tripulação e de deslocar navios mais longe ou mais rápido do que o planejado.
Segundo os cálculos, normalmente custa cerca de US$ 1 bilhão por ano para manter e implantar um grupo de ataque de porta-aviões, ou seja, os custos podem se acumular se os dois porta-aviões permanecerem na região. O USS Abraham Lincoln, agora no Golfo de Omã, foi retirado em janeiro de uma missão no Pacífico.
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