As afiliadas da Latam na Colômbia, Chile e Peru começaram a adotar, nesta sexta-feira (28), medidas preventivas em parte de suas aeronaves da família A320, seguindo orientações recentes da Airbus e da Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA). As ações atingem apenas um número limitado de aviões nas operações andinas e podem gerar ajustes na malha, que serão comunicados diretamente aos passageiros afetados.
A companhia reforça que as aeronaves usadas atualmente no Brasil e no Equador não estão incluídas nessa recomendação. Caso algum itinerário precise ser alterado, os clientes serão contatados para receber alternativas de viagem.
Segundo o grupo, a iniciativa busca garantir a manutenção dos “mais altos padrões de segurança operacional”. A Latam lamentou possíveis transtornos e afirmou que as equipes estão mobilizadas para reduzir impactos e oferecer soluções de acordo com a necessidade de cada passageiro.
O alerta internacional veio à tona depois do episódio com um A321 da JetBlue, em 30 de outubro, que precisou alternar para Tampa, na Flórida, após uma perda repentina e não comandada de altitude. A Airbus admitiu que a falha afetou sistemas responsáveis por superfícies essenciais, profundores e ailerons, e disse estar ciente das consequências: “Sabemos que essas recomendações vão causar interrupções para passageiros e clientes”.
A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) deve publicar uma diretriz emergencial exigindo que todas as aeronaves afetadas passem pela atualização antes de decolar novamente. Em parte dos jatos, será possível reinstalar temporariamente uma versão anterior do software, o que deve acelerar o retorno ao serviço. Ainda assim, companhias do mundo inteiro se preparam para atrasos e cancelamentos às vésperas da alta temporada. Em casos mais complexos, há relatos de unidades que podem precisar de troca de hardware, o que levaria semanas.
No Brasil, o modelo A320 é utilizado por Latam e Azul. A Azul informou que “nenhuma de suas aeronaves está incluída no recall”. As atualizações fazem parte de uma corrida global para evitar novos episódios semelhantes ao da JetBlue, e devem movimentar aeroportos e equipes técnicas em todo o mundo nos próximos dias.
*Com informações do G1
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