| 28/01 | 18/03 | |
| 3,75%-3,50% | 86,2% | 55,7% |
| 3,50%-3,25% | 13,8% | 39,4% |
| 3,25%-3,00% | – | 4,9% |
Reenquadramento do valor de cotação das ações deve ocorrer até 18 de março de 2026.
Os consumidores da zona do euro mantiveram suas expectativas de inflação em novembro, prevendo uma desaceleração constante no aumento dos preços em direção à meta de 2% do Banco Central Europeu nos próximos anos, segundo uma pesquisa do BCE divulgada nesta quinta-feira. A inflação oscilou em torno de 2% na maior parte do ano passado e novos dados divulgados na quarta-feira colocam a alta dos preços em 2% em dezembro, já que a queda dos custos de energia compensou o aumento dos serviços. Os consumidores de todo o bloco monetário perceberam que a inflação está um pouco mais alta – 3,1% em novembro – mas a viram em 2,8% no ano, 2,5% três anos à frente e 2,2% daqui a cinco anos, informou o BCE, com base em uma pesquisa com 19.000 adultos em 11 países da zona do euro. A inflação, controlada pelos aumentos dos juros do BCE em 2022 e 2023, não tem sido um problema nos últimos meses e o aumento dos preços poderá ser ainda mais baixo, devido à queda dos preços do petróleo e do gás. Entretanto, é improvável que o BCE afrouxe a política monetária por enquanto para impedir que a inflação fique muito baixa, já que as projeções preveem uma recuperação mais tarde, em parte devido ao crescimento econômico estável.
Presidente deve anunciar veto à proposta nesta quinta-feira.
O Banco do Japão disse nesta quinta-feira que as economias regionais do país estão se recuperando gradualmente e que muitas empresas veem a necessidade de continuar aumentando os salários, sinalizando otimismo em relação às perspectivas, o que pode justificar o aumento da taxa de juros. A escalada das tensões com a China, entretanto, pode surgir como um novo risco para a frágil economia japonesa, com algumas autoridades do banco central dizendo que o impacto – embora limitado até o momento – pode começar a se espalhar. “Não ouvimos falar de nenhum dano grave até o momento. Mas uma ampla gama de fabricantes e não fabricantes dizem que o impacto pode aparecer no futuro”, disse Hiroshi Kamiguchi, chefe da filial do banco central em Nagoya, em uma coletiva de imprensa. “O Japão e a China têm laços estreitos na cadeia de oferta, de modo que algumas empresas consideram que o impacto das restrições de exportação da China pode afetar seus negócios”, disse Kamiguchi.
Auxiliares do presidente falam que tendência é que assinatura do veto seja durante ato do 8/1 no Planalto.
A Itália quer um limite mais rigoroso para a suspensão das importações no âmbito do acordo comercial previsto com o Mercosul, afirmou o ministro da Agricultura italiano em entrevista publicada nesta quinta-feira, antes da votação da UE sobre o tratado, na qual a posição de Roma poderá ser decisiva. Francesco Lollobrigida disse ao jornal financeiro Il Sole 24 Ore que Roma estava pressionando para reduzir de 8% para 5% o ponto em que as cláusulas de salvaguarda seriam acionadas. De acordo com o mecanismo, o acordo seria suspenso se as importações da América Latina ultrapassassem esse limite ou se os preços agrícolas europeus caíssem mais do que o mesmo valor. “Queremos que esse limite de 8% seja reduzido para 5%. E acreditamos que existem condições para alcançar esse resultado”, disse Lollobrigida. Ele também disse que os diplomatas italianos estavam realizando verificações técnicas e políticas finais após receberem garantias iniciais sobre a reciprocidade em matéria de segurança alimentar, uma questão há muito levantada por Roma. A Itália quer garantir que os produtos agrícolas importados para a UE cumpram as mesmas normas exigidas aos produtores da UE.
Vital do Rêgo admite limitação da atribuição da Corte de Contas. Ministro Jhonatan de Jesus deve suspender inspeção in loco no Banco Central sobre o caso.
Os preços do petróleo sobem à medida que os investidores analisavam novas medidas dos EUA para exercer controle sobre a Venezuela, incluindo um plano para gerir indefinidamente as futuras vendas de petróleo bruto e a apreensão de mais dois petroleiros sancionados. As cotações do minério de ferro na China fecharam em queda, interrompendo uma sequência de quatro altas, com investidores realizando lucros devido a temores de uma possível intervenção do governo chinês.
Os mercados europeus operam em baixa, com o aumento dos temores devido à ameaça do presidente dos EUA, Donald Trump, de anexar a Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca. A atenção do mercado está se voltando para as intenções de Trump em relação à Groenlândia, após a operação militar dos EUA que levou à captura e prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, após o fechamento de Wall Street em baixa, em meio ao aumento das tensões geopolíticas e às declarações do presidente dos EUA, Donald Trump. As ações do setor de defesa dos EUA caíram depois que Trump disse que “não permitirá” que as empresas de defesa distribuam dividendos ou recomprem ações até que atendam às suas queixas sobre o setor, incluindo pacotes de remuneração de executivos e problemas de produção.
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quinta-feira (8), com todas as atenções voltadas para o relatório de empregos não agrícolas (payroll) dos EUA, que será divulgado na sexta-feira, depois que a série de dados do mercado de trabalho de quarta-feira pouco alterou as expectativas em relação às taxas de juros do Federal Reserve (Fed). Os membros do Fed afirmaram que o emprego é o ponto central na hora de decidir o que fazer com os juros, e os investidores atualmente preveem dois cortes nas taxas este ano. O payroll deverá mostrar uma queda na taxa de desemprego para 4,5% no mês passado, ante 4,6% em novembro, o que, teoricamente, apoiaria a ideia de que as taxas não precisam cair drasticamente.
Investidores continuam acompanhando de perto o agravamento das tensões geopolíticas enquanto aguardam dados dos Estados Unidos para obter clareza sobre a política monetária do país. A captura de dois petroleiros ligados à Venezuela no Atlântico coincidiu com a notícia de que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, irá se reunir com líderes da Dinamarca para discutir a Groenlândia na próxima semana. Ao mesmo tempo, foram divulgados alguns dados econômicos mistos nos EUA, mostrando que o mercado de trabalho do país parece estar preso em um estado de “não contratar, não demitir” enquanto a atividade do setor de serviços acelerou inesperadamente em dezembro, sugerindo que a economia terminou 2025 em uma base sólida. Investidores estão de olho agora nos pedidos semanais de auxílio-desemprego que serão divulgados nesta quinta, e no relatório de empregos fora do setor agrícola na sexta-feira, que pode trazer mais clareza sobre a perspectiva de juros do Federal Reserve. Na pauta nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de cerimônia em defesa da democracia, para relembrar os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. O Banco Master também segue no radar, depois que o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, afirmou à Reuters na quarta que uma eventual reversão da liquidação do Banco Master não caberia à corte de contas, mas sim ao Supremo Tribunal Federal (STF). (Reuters)
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) sobe 0,10% em dezembro. No mês de novembro, a taxa foi de 0,01%. De janeiro a dezembro de 2025, o índice acumulou queda de 1,20%. Em dezembro de 2024, o IGP-DI havia registrado alta de 0,87% e acumulava alta de 6,86% em 12 meses.
Investidores em Wall Street encerraram o dia com preocupações em torno dos movimentos geopolíticos, especialmente com impactos no petróleo. “A falta de movimentos significativos no preço do barril de petróleo bruto é um voto de confiança de que ainda estamos longe de uma situação de escassez em termos de oferta e demanda”, disse à CNBC Keith Buchanan, gestor sênior de portfólio da Globalt Investments. “Há um risco significativo de excesso de oferta, mas o que aconteceu na América do Sul não alterou a perspectiva de crescimento nos EUA do ponto de vista do mercado de ações”, acrescentou Buchanan. “Acho que há certa complacência por se levar em conta os riscos geopolíticos gerais que estão aumentando mas não sentimos que o que está acontecendo na Venezuela tenha influenciado esse cenário, para cima ou para baixo, embora ainda acho que estamos em um barril de pólvora”.
O dólar voltou a subir diante do real, após duas baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,10%, aos 98,68 pontos.
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