O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta segunda-feira (6), enquanto investidores avaliam as perspectivas de um fim para o conflito no Oriente Médio, enquanto no Brasil o presidente do Banco Central também fica no radar. O índice com vencimento em abril subia 0,40%, a 189.445 pontos, às 9h06 (horário de Brasília).
Com um prazo dos Estados Unidos se aproximando, os EUA e o Irã receberam o esboço de um plano para encerrar o conflito que já dura cinco semanas, embora Teerã tenha rejeitado qualquer medida imediata para reabrir o Estreito de Ormuz.
O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou fazer chover “o inferno” sobre Teerã caso não seja fechado um acordo até o fim de terça‑feira que permita a retomada do tráfego pela rota vital para o fornecimento global de energia.
O plano mediado pelo Paquistão surgiu de contatos intensos e propõe um cessar‑fogo imediato, seguido de negociações sobre um acordo mais amplo a ser concluído em 15 a 20 dias, disse nesta segunda‑feira uma fonte a par das propostas.
Na cena nacional, o residente do BC, Gabriel Galípolo, palestra na abertura de evento promovido pelo Centro de Estudos Monetários da FGV/Ibre, no Rio de Janeiro, às 14h.
Em Wall Street, o Dow Jones Futuro caía 0,15%, S&P Futuro subia 0,06% e o Nasdaq Futuro tinha alta de 0,34%.
Continua depois da publicidade
Dólar, exterior e commodities
O dólar futuro com vencimento em maio caía 0,24%, aos R$ 5,179 na venda.
Os mercados do Japão e da Coreia do Sul subiram, enquanto vários mercados asiáticos permaneceram fechados devido a feriados, com os investidores acompanhando os desdobramentos do conflito no Oriente Médio.
Os preços do petróleo operam em baixa, enquanto os investidores acompanhavam os rumores de um possível cessar-fogo no Oriente Médio, após um novo ultimato do presidente Donald Trump ao Irã caso o Estreito de Ormuz não fosse reaberto e os preços recordes do petróleo bruto saudita.
Continua depois da publicidade
(Com Reuters e Bloomberg)

